Chá com rum, simples assim e gostoso também!

Chá com rum, e sim, é tão simples quanto parece. Mas é tão gostoso que não podia deixar essa passar…
chá com rum

Essa receita veio do livrão de drinks daqui de casa, o Guia Internacional do Bar, do Michael Jackson. E sim, esse livro é mais velho que eu. E não, não é aquele Michael Jackson, é um bem menos famoso…. Acontece que, quando faltam ideias pro drink do fim de semana, eu abro esse livro ao acaso e procuro alguma coisa legal pra testar. E da última vez apareceu esse chá com rum.

No início achei que era muita encheção colocar um simples chá batizado num guia internacional. Mas como o inverno tem se mostrado animado esse ano, achei que valia pelo menos tentar. E sim, vale muito a pena! Vale ser colocado no livro. E vale você experimentar!

O nome original é em inglês, e dá spoiler: Ginger Rum Tea, que daria pra ser traduzido como chá de gengibre com rum. Mas adivinha só? O chá não é de gengibre! A raiz entra como coadjuvante pra esquentar ainda mais a bebida. Então fiquemos com a versão chá com rum mesmo. E além do nome mudei um detalhe também. O livro manda usar gengibre seco, que não tenho, nem sei se quero. Então usei gengibre em calda, que todo mundo ama por aqui. E aproveitei e adocei o chá com um pouco dessa mesma calda.

Quer fazer seu próprio gengibre em calda? Aqui tem a receita!

Pra quem não tiver gengibre em calda em casa, dá pra usar o cristalizado; e adoçar o chá com açúcar mesmo. Ou não adoçar. Depende do eu gosto. Dá pra suar gengibre fresco? Até dá. Mas eu aconselharia a fazer o doce em calda primeiro e aproveitar a maravilha que ele é…rs

Chá com Rum

250ml de água
1 saquinho de chá preto
1 1/2 dose de rum
1/2 dose de calda – mais nas notas acima
fatias de gengibre em calda – receita aqui

Esquente a água até começar a ferver. Desligue o fogo, junte o chá e deixe descansando por 3 minutos. Enquanto isso em uma caneca junte as fatias de gengibre, a calda e o rum. Complete com o chá e sirva em seguida.

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Em 2014: Leite condensado caseiro

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Harvard, o drink não a universidade

Harvard é daqueles drinks fáceis de fazer, que dão um dúvida se vão ficar bons ou não, mas que parecem muito chiques depois de servidos… E sim, acabam ficando gostosos.

Deu pra captar o estilo? Taça alta, drink translúcido, aquela espiral de limão… Parece algo difícil e caro, mas no fundo é conhaque com vermute!! Simples né? Tudo bem que também tem o bitter, ingrediente mais difícil de achar, mas fácil de fazer em casa.
Harvard

Sim! Dá pra fazer esse tal bitter em casa. Isso porque ele nada mais é que uma infusão a frio muito amarga e, as vezes, um pouco herbal. Eu faço deixando cascas de cítricos de molho na vodka por semanas. Só isso. O que usei nesse Harvard foi de lima da Pérsia; aproveitei que apareceram umas aqui em casa e coloquei as cascas (bem lavadas) em uma garrafa e cobri com vodka. Deixo de molho até não sentir mais o cheiro da vodka e sim da lima. Fica extremamente amargo, e por isso que só se usa 1-2 dashes normalmente.

Dashes são espirros, sabe quando você vira a garrafa rapidinho e cai só um pinguinho da bebida? É isso. Pra quem ama uma medida exata um dash é cerca de 1ml. Dá pra não usar? Dá. Mas ele dá toda uma graça diferente, tirando o excesso do doce do vermute e equilibrando tudo.

Ah sim, o nome! Esse foi fácil né? Nem precisou tradução. É o nome da universidade mesmo, e foi batizado porque em homenagem a ela sim. É um drink antigo, parece que em 1895 já tinha registro dele, mas garanto que não pesquisei as datas muito a fundo. Só queria garantir que tinha uma relação com a Harvard famosona mesmo….rs

Harvard – original aqui

1 dose de conhaque
1 dose de vermute doce
2 dashes de bitter – ver texto ali de cima
1 espiral de casca de limão

Em um copo alto, e com gelo, misture todos os ingredientes até gelarem. Transfira para uma taça rasa, sem o gelo. Finalize com uma espiral de casca de limão.

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Chocolate quente espumante e caramelado

Chocolate quente espumante, e calma, não tem álcool nessa bebida! A menos que você queira transformar num choconhaque, aí fica por sua conta, mas eu garanto que vai ficar bom.
chocolate quente espumante

A parte espumante fica por conta do bicarbonato de sódio e não, ele não deixa nenhum sabor residual. O grande truque? Misturar tudo ainda no fogo, assim o calor ativa o bicarbonato e surge o espumante do chocolate quente espumante (nomes óbvios, a gnt ama).

Quer mais coisas especiais nesse chocolate? O açúcar vira caramelo! Você pode fazer normalmente só misturando o açúcar no leite? Pode. Mas se dê ao trabalho de caramelar o açúcar primeiro; não dá tanto trabalho assim, e fica um sabor de fundo bem mais rico e reconfortante!

Por último fica a dica de sempre: customize a receita conforme o seu gosto! Detesta  canela? Já deixei ela opcional na receita.  Gosta de chocolate com café? Uma colherinha de café instantâneo fica uma delícia! Noz moscada, raspas de laranja, pimenta, cardamomo, existem vários temperos que você pode usar nessa base pra deixa-la com a sua cara!

Chocolate Quente Espumante

4 colheres sopa de chocolate em pó 50%*
8 colheres sopa de açúcar
500ml de leite
2 colheres chá de amido de milho
1/4 colher chá de sal
1/4 colher chá de bicarbonato de sódio
1 pedaço de canela – opcional

*ou 2 colheres de cacau pra quem prefere menos doce

Em uma panela/leiteira alta leve o açúcar ao fogo médio até que caramelize. O grau de dourado vai do seu gosto, mas quanto menos dourar o açúcar menos você vai sentir o gosto do caramelado. Ao mesmo tempo coloque o leite pra aquecer; isso vai diminuir tanto o endurecimento do caramelo, quanto a possibilidade de açúcar quente borbulhando…
Açúcar dourado, acrescente o leite e em seguida os demais ingredientes. Aumente o fogo e mexa de vez em quando até dissolver tudo. Quando o chocolate quente começar a ferver ele vai espumar loucamente. Desligue o fogo e sirva em seguida.

Pra outras opções de mistura de chocolate quente, comece por aqui!

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Dark evening, o suco de conhaque

Dark evening, ou traduzindo: noite escura. Talvez fosse pra ser um nome pomposo ou espertinho, mas por aqui pegou fama de suco de conhaque de tão suave que esse drink é!

E sim, ainda não consegui entender qual é a de quem dá nome pra essas bebidas; ainda acho esses nomes absurdos, e claro, ainda não consegui pensar em nomes melhores. Por isso continuo usando os nomes originais. Mas ó, tô quase mudando o título desse post pra só Suco de Conhaque mesmo…
dark evening

Reclamações a parte… Eu resolvi que queria aprender a beber conhaque sem ser só com meu choconhaque delícia. E com isso meu caderninho de testes encheu de drinks pra testar! Um desses o tal Dark Evening, que não tem um nome tão empolgante mas é mega fácil de fazer. E acabou que o trem era gostoso também!

As cerejas adoçam a bebida muito ligeiramente porque tirei direto do pote e não lavei. Pra quem prefere drinks mais docinhos dá até pra acrescentar algumas gotas da calda delas. Mas eu aconselho a experimentar o original antes, já fica bem gostoso assim. E claro, gosta de drinks mais fortes? Menos água com gás ou um xablau a mais de conhaque e pronto!

PS: só não vai fazer como eu e comprar uma água com gás que não borbulha. É extremamente frustrante completar a taça e não ver nenhuma borbulha….

Dark Evening – original aqui

1 dose de conhaque
2 cerejas em calda
1/2 fatia de laranja
gelo
água com gás

Em uma taça de vinho junte as cerejas e o conhaque. Se quiser acrescente 2-3 pedras de gelo. Complete com água com gás. Esprema ligeiramente a meia fatia de laranja sobre o drink e use-a para enfeitar a taça. Sirva com um palito de drink para pescar as cerejas no final, ou sirva as duas já espetadas nele.

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Masala Chai, ou como temperar seu chá

Masala Chai é um tipo de bebida, típica da Índia, que junta chá, água, especiarias e leite. E sim, ele é ótimo pra encarar o inverno!
masala chai

Chai latte, Chai, Masala Chai, os nomes variam bastante e cada um significa uma coisa diferente. Então vamos pro momento dicionário:

Chai: significa chá. É como se chama, na Índia, o chá fervido sozinho na água. Em algumas cafeterias ocidentais o masala chai é chamado de chai.

Masala: significa mistura. Normalmente é uma mistura de temperos, ervas e especiarias. Você pode encontrar masalas prontas pra comprar, e os ingredientes e o sabor vão variar conforme a marca. Muitas famílias tem suas masalas tradicionais que incluem ingredientes secretos e tudo.

Garam masala: significa masala quente. É uma mistura de temperos mais picantes, normalmente usada para pratos mais pesados, como o curry.

Chai latte: é uma corruptela que as cafeterias (ocidentais) fizeram pra indicar que o masala chai é feito como o latte mas com o chá no lugar do espresso.

E pra quem tiver dúvida, a pronúncia correta é “massala” e não “mazala” mesmo escrevendo com um S só.
masala chai

Com todo esse caminhão de informação o que que a gente resume? Que masala é um tempero próprio seu, que você faz com seus ingredientes favoritos. E que masala chai é um chá todo especial feito com esse tempero! Lindo né? Pra mim é o suprassumo do que tento passar aqui no Cozinha: a receita é só uma direção, quem decide o que vale ou não, e qual o sabor final, é você!

Ou seja, a receita abaixo é como eu tenho feito o masala chai agora. Isso vai variando conforme os dias vão passando e também vai variar aí na sua casa. Vale acrescentar mais canela, tirar o cardamomo, trocar a pimenta…. E se sua masala não ficou com um sabor que te agrade, não jogue fora de primeira. Vale tentar descobrir o que tá faltando pra conseguir equilíbrio e experimentar.

masala chai

Masala

1 canela em pau*
1 colher sopa de cardamomo
1 colher sopa de cravo
1/4 colher chá de pimenta preta
2 colheres sopa erva doce
1 colher chá de gengibre em pó
1 colher chá noz moscada

*pedaço grande gente, o da foto não é oco, tem quase 3 camadas enroladas.

Em uma frigideira esquente, ligeiramente, a canela, o cardamomo e os cravos e qualquer coisa que não seja pó ou erva-doce. A ideia é só esquentar pra liberar os aromas, não precisa dourar ou tostar as especiarias. Junte essa mistura com os pós no liquidificador e bata até obter uma mistura fina. Junte a erva-doce e misture e pronto! Você pode guardar em um pote bem fechado ou em uma lata pra chás/temperos.

Masala chai

2 colheres chá de masala
250ml de água
250ml de leite
1 envelope de chá preto
açúcar a gosto

Esquente a água e o leite com a masala, até ferver. Desligue o fogo, junte o chá e abafe por 2-3min. Coe e adoce a gosto.
Com o tempo você aprende quanto de açúcar gosta e aí vale já adoçar na hora de esquentar; facilita a vida e evita esfriar o chai.

Procurando um truque fácil pra animar um simples chá de saquinho? Aqui tem!

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Metropolitan mexicano ou algo parecido

Metropolitan mexicano é basicamente um toque de tequila num drink muitíssimo parecido com um Metropolitan…
metropolitan mexicano

Tá, eu confesso, o drink que experimentei chama Mexican Lover; traduzindo: amante mexicano(a). E eu me recuso a aceitar essa coisa cafona como nome de drink aqui do Cozinha. Mas o sabor final é bom, o jeito de fazer é fácil e os ingredientes não são tão absurdos… Então sim, eu queria trazer essa receita pra cá.

Como sempre, fui buscar a história da receita, os porquês do nome, essas coisas. E não achei nada. Absolutamente nada! A única referência a esse drink, com esse nome é no próprio site da Absolut, de onde tirei a receita. Daí fui procurar por outras combinações de conhaque com vermute e achei o tal do Metropolitan. Ele tem outros ingredientes? Tem. Mas eu acho que, licenças poéticas a parte, dá pra improvisar o nome desse como um Metropolitan mexicano mesmo. (Tequila, México, pegaram a piada ruim?)

Vai ter Metropolitan tradicional aqui no Cozinha sim. Mais pra frente ele aparece….

Metropolitan mexicano – original aqui

1/3 dose de conhaque
1 dose de tequila
1/3 dose de vermute doce

Junte todas as bebidas num copo com bastante gelo e misture até ficar bem gelado. Sirva em taças também com gelo.

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Batida de amendoim – #CozinhaJunina

Batida de amendoim é daquelas receitas bem fáceis de fazer e cujo resultado surpreende!
batida de amendoim

Como a maioria das batidas essa é composta pela mesma fórmula: leite condensado + ingrediente que dá sabor + bebida alcoólica. E é isso mesmo, tem alguns detalhes pra garantir uma batida equilibrada mas continua sendo uma receita bem fácil.

O primeiro detalhe é usar amendoim torrado e moído. Primeiro porque a medida do amendoim moído é diferente da medida do amendoim inteiro. Segundo porque torrado ele fica mais gostoso. O segundo detalhe é: a maioria das receitas usa pinga como bebida alcoólica. Se você adora pinga e tem uma que você acha muito gostosa e que vale a pena usar… Então beleza, vai de pinga. Do contrário, use o conhaque. A batida vai ficar mais suave, e o sabor do conhaque não vai aparecer, deixando o amendoim brilhar sozinho.

E claro, achou que ficou fraquinha? É só acrescentar mais conhaque. E achou que ficou muito rala? Calma que depois de gelada ela engrossa um pouco. Ah, mas gelou e ficou muito espessa…. Adiciona leite bem aos pouquinhos que tá tudo certo!

Batida de Amendoim

1 lata de leite condensado
1 lata de amendoim torrado e moído
cerca de 1 lata de conhaque

É só bater tudo no liquidificador e transferir para uma garrafa com tampa. Mantenha na geladeira por até 2 semanas.

Quer outras bebidas típicas? É só olhar a tag junina!

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Vinho quente aromático – especial #cozinhajunina

Vinho quente aromático, com direito a suas especiarias favoritas, pra esquentar as noites de São João!
vinho quente aromático
Fiquei me perguntando quais são as bebidas típicas de festas juninas, porque bem, caso vocês não tenham reparado estamos no especial #CozinhaJunina!!! E as primeiras bebidas que a gente pensa normalmente são: Choconhaque, Quentão e Vinho Quente. E como vocês podem notar pelos links acima, todas já foram feitas por aqui.

Então como inovar essas bebidas? Com vinho branco claro! Não, essa não foi óbvia pra mim…. Mas depois que veio a ideia eu até que achei algumas receitas internet afora. A receita abaixo é uma das mais básicas. Usei os temperos mais comuns de encontrar e de as pessoas gostarem. Agora, não gosta de canela? Não coloca canela ué. Ama pimenta-rosa? Eu colocaria porque acho que combina bem com os outros ingredientes. E por aí vai.

E tem dicas especiais? Tem 2 dessa vez! Primeira: eu usei raspas de laranja mas como queria um drink limpo tive que coar antes de servir. Quer evitar o trabalho? Use pedaços de casca de laranja. Acha as raspas bonitinhas? Não coa. Segunda: a quantidade de açúcar vai depender do vinho. Eu uso uma regra geral, que pode ser adaptada provando a bebida antes de servir, e que é:
O rótulo diz doce ou suave? Use 1/4 de xícara de açúcar pra cada 2 xícaras de água
O rótulo diz seco ou similar ou nada? Use 1/2 xícara de açúcar pra cada 2 xícaras de água.

Vinho Quente Aromático

2 xícaras de água
1/4 – 1/2 xícara de açúcar*
1 pau de canela
1 anis estrelado
1 colher sopa de raspas de laranja*
2 xícaras de vinho branco

* detalhes dos ingredientes no texto acima

Misture a água, o açúcar e as especiarias e leve ao fogo baixo, deixando ferver por 2 minutos. Desligue o fogo e acrescente o vinho. Coe, ou não, e sirva imediatamente, com uma fatia de laranja em cada caneca.

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Bacardi, o drink não a marca

Bacardi não é só marca de rum, é um drink e do meu tipo favorito: suave e fácil de fazer!
Bacardi

Ficou meio difícil achar a história desse drink, mas pelo menos eu consegui uma versão original meio que respeitada: a do IBA!

O IBA é o órgão internacional dos Barmen, e tem várias receitas de drinks. Dá pra acreditar que a receita deles vai ser a mais original possível né? Só que lá não encontrei nada quando a origem do drink ou porque ele tem esse nome, nem nada. Foi a marca Bacardi quem criou o drink? Ou eles se inspiraram nele pra criar a marca?Talvez um fã querendo homenagear seu rum favorito? Não faço ideia…

A tia Wikipédia não ajuda muito, só afirmando que nos primórdios do drink ele era feito com açúcar ficando igual um daiquiri, e só depois foi adicionado o grenadine. Já o que descobri no site da Bacardi foi que esse drink se tornou bem popular depois da Proibição do Álcool e que, assim, certos locais serviam o drink feito com qualquer outro rum mais barato!

(atitude que eu aconselho em duas hipóteses: você prefere outro rum, você só encontra ou só pode comprar outro rum.)

Com história ou não, eu não mexi nos ingredientes da receita original. Só aumentei drasticamente a receita (2,5 vezes o que o site indica) pra conseguir completar, com muita parcimônia, as duas taças que queria servir.

Bacardi – original aqui
serve 2

165ml de rum branco
75ml de limão
45ml de grenadine

Bata todos os ingredientes com bastante gelo em uma coqueteleira e divida em duas taças já geladas.

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Blood and Sand, e desde quando isso é um drink?

Blood and Sand significa Sangue e areia; isso mesmo, esse é o nome do drink. E eu achei links com origem então nem vai dar pra discutir… Mas ó, além de bonito é gostoso mesmo!
blood and sand

Com uma mistura de licor de cereja, suco de laranja, whiskey e vermouth o Blood and Sand parece ser conhecido como um drink com whiskey escocês pra quem não gosta de whiskey escocês, o que eu encaro como um bom jeito de começar a se habituar a essa bebida. Mas não foi assim que ouvi falar no drink pela primeira vez.

Absolut Blood and Sand é a versão com vodka no lugar do whiskey… E foi só depois de experimentar essa opção foi que descobri que vodka não era o ingrediente principal tradicional. Mas tudo bem, porque eu também não segui a receita muito a risca. O caso é que não tinha nenhum licor de cereja por aqui. Mas tinha cereja em calda. Que não tem nada a ver com o licor. Mas valia a tentativa…

Puristas me odeiem, mas eu achei o resultado bem bom! Diminui intensamente a quantidade da calda em comparação com o licor e o resultado foi um drink doce na medida, com uma cor linda e na medida de álcool certa pra mim: forte o bastante pra ser percebido, fraco o bastante pra tomar enquanto preparo o almoço.

Bônus: Algumas variações usam Vermute Rosado no lugar do Vermute doce. Também tem quem use laranjas sanguíneas (blood oranges) no lugar das laranjas comuns. E sim, já quero experimentar todas essas versões citadas.

PS: Pra quem tenha mais curiosidade, o drink é uma homenagem ao filme de Rodolfo Valentino (Sangue e Areia), que conta a história dum menino sem juízo que vira um toureiro famosão. Spoilers: o touro leva a melhor e eu fiquei feliz com isso…

Blood and Sand adaptado – original aqui

1 parte de vodka
1 parte de vermute doce
1 parte de suco de laranja
1/4 parte de calda de cereja

Bata todos os ingredientes em uma coqueteleira com gelo até ficar bem gelado. Transfira para uma taça de drink e enfeite com uma cereja em calda

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Em 2015: Torta de Liquidificador

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