Batida de amendoim – #CozinhaJunina

Batida de amendoim é daquelas receitas bem fáceis de fazer e cujo resultado surpreende!
batida de amendoim

Como a maioria das batidas essa é composta pela mesma fórmula: leite condensado + ingrediente que dá sabor + bebida alcoólica. E é isso mesmo, tem alguns detalhes pra garantir uma batida equilibrada mas continua sendo uma receita bem fácil.

O primeiro detalhe é usar amendoim torrado e moído. Primeiro porque a medida do amendoim moído é diferente da medida do amendoim inteiro. Segundo porque torrado ele fica mais gostoso. O segundo detalhe é: a maioria das receitas usa pinga como bebida alcoólica. Se você adora pinga e tem uma que você acha muito gostosa e que vale a pena usar… Então beleza, vai de pinga. Do contrário, use o conhaque. A batida vai ficar mais suave, e o sabor do conhaque não vai aparecer, deixando o amendoim brilhar sozinho.

E claro, achou que ficou fraquinha? É só acrescentar mais conhaque. E achou que ficou muito rala? Calma que depois de gelada ela engrossa um pouco. Ah, mas gelou e ficou muito espessa…. Adiciona leite bem aos pouquinhos que tá tudo certo!

Batida de Amendoim

1 lata de leite condensado
1 lata de amendoim torrado e moído
cerca de 1 lata de conhaque

É só bater tudo no liquidificador e transferir para uma garrafa com tampa. Mantenha na geladeira por até 2 semanas.

Quer outras bebidas típicas? É só olhar a tag junina!

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Broinhas de Fubá – #CozinhaJunina

Broinhas de fubá com queijo e bacon!
broinhas de fubá com queijo e bacon

Procurando um petisco fácil de levar pra festa junina da turma? Ou pra colocar na lancheira (das crianças ou não)? Essas broinhas são bem fáceis de fazer e funcionam bem pra essas opções. E pro café também!

Eu enriqueci as minhas com queijo na massa e cobertura de bacon, mas essas opções são variáveis. Dá pra trocar o bacon por mais queijo e fazer uma versão vegetariana. Ou além do queijo adicionar presunto (ou salsicha) picadinho na massa. Quer uma versão agridoce? Queijo e erva doce na massa e uma cobertura fina de açúcar cristal antes de ir ao forno.
broinhas de fubá com queijo e bacon

Pra quem quiser ser ainda mais fiel a receita original, lá da Martha Stewart, ainda dá pra substituir o fubá! É que por lá o comum é cornmeal, que não é exatamente a mesma coisa que fubá. Por aqui o que ficaria mais parecido é pegar milharina e bater no liquidificador até ficar fina. Pra quem quiser ter o trabalho o resultado será mais parecido com um pãozinho do que com um bolinho. Como não é todo mundo que tem acesso a conrmeal, ou quer triturar milharina, é só fazer igual eu e usar fubá comum.

Procurando uma versão simples de bolo de fubá? Nesse link tem a que a gente faz sempre aqui em casa!


Broinhas de Fubá – original aqui

1 xícara de farinha de trigo
1 xícara de fubá
6 colheres sopa de açúcar
1 1/2 colher chá de fermento
1/4 colher chá de bicarbonato de sódio
1/4 colher chá de sal
1 xícara de buttermilk*
1 ovo grande
1/4 xícara de óleo
1/2 xícara de parmesão ralado – opcional
cubinhos de bacon frito – opcional

*Para fazer o buttermilk misture uma xícara de leite com 1 colher sopa de limão e espere 20min. Pronto, é só usar.

Misture os ingredientes secos em uma vasilha. Adicione o ovo e o óleo e misture ligeiramente antes de adicionar o buttermilk. Misture tudo muito bem até a massa ficar homogênea, para então juntar o queijo.
Divida a massa em forminhas untadas e enfarinhadas, ou em uma forma maior para um bolo. Cubra com o bacon frito e leve ao fono, aquecido a 200°, até que dourem.

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Cocada Baiana – #CozinhaJunina

Cocada Baiana, em versão mini pra sobremesa rapidinha, pra roubar de madrugada, oooou pra sua festa de São João!
cocada

Cocada é daqueles doces bem típicos né? Mesmo assim só tinha tentado fazer uma vez, e o resultado não foi dos melhores. Embora o sabor tenha ficado ótimo os pedaços de coco não se juntavam formando a cocada, e tudo que eu consegui foi uma panelada de coco açucarado. Gostoso, mas não era meu objetivo.

Dessa vez sim, consegui cocadinhas que mantém a forma e não ficaram secas demais. Sabe quando você morde a cocada e ela tá ressecada? Não acontece isso aqui. No primeiro dias elas ficam até úmidas por dentro. Uma delícia!
cocada

A receita original não poderia ser mais a prova de erros, veio do livro A Comida Baiana de Jorge Amado, sobre os pratos da obra de (adivinha quem, adivinha quem) Jorge Amado. Não mudei praticamente nada na receita. Na verdade o que fiz foi corrigir um erro meu mesmo, ou quase. É que o ponto de formatar as cocadas pode se perder muito rápido, e assim acabar como minha primeira experiência: coco açucarado. Tem jeito de resolve e tá tudo explicado na receita abaixo.

Cocada Baiana – original aqui

1 1/2 xícara de açúcar
2 xícaras de água
3 xícaras de coco ralado – usei fresco

Comece preparando a assadeira: forra com papel manteiga e salpique açúcar refinado, ou de confeiteiro, por cima. Misture a água e o açúcar e leve ao fogo médio até atingir o ponto de bala mole. Vai demorar cerca de 50min. Pra conferir o ponto você pode ou pegar uma pequena porção de calda e colocar em copo com água fria (não gelada). No copo a calda deve esfriar e ficar sólida o bastante pra fazer uma bolinha, mas macia o bastante pra modelar com os dedos. Pra quem tiver termômetro é quando atinge 113C.

Ponto atingido desligue o fogo e junte o coco ralado. Misture bem e volte ao fogo baixo, mexendo de vem quando, por cerca de 15 minutos. Dá pra perceber que o coco vai soltar uma água e ela vai secar. Quando não tiver mais líquido na panela desligue o fogo e mexa mais uns 2 minutos pra esfriar um pouco. Modele as cocadas e transfira para a assadeira preparada. Cubra com filme plástico e leve para a geladeira por cerca de 2 horas pra secarem. Depois é só guardar em uma lata.

* Se, enquanto estiver modelando as cocadas, você começar a ver que está ficando muito seco e não segura mais a forma, é fácil de resolver: acrescente umas 2 colheres de água e ligue o fogo baixo, rapidamente, apenas para esquentar tudo junto. Volte a modelar até que fique seco demais de novo, e então repita o truque até acabar tudo.
cocada

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Vinho quente aromático – especial #cozinhajunina

Vinho quente aromático, com direito a suas especiarias favoritas, pra esquentar as noites de São João!
vinho quente aromático
Fiquei me perguntando quais são as bebidas típicas de festas juninas, porque bem, caso vocês não tenham reparado estamos no especial #CozinhaJunina!!! E as primeiras bebidas que a gente pensa normalmente são: Choconhaque, Quentão e Vinho Quente. E como vocês podem notar pelos links acima, todas já foram feitas por aqui.

Então como inovar essas bebidas? Com vinho branco claro! Não, essa não foi óbvia pra mim…. Mas depois que veio a ideia eu até que achei algumas receitas internet afora. A receita abaixo é uma das mais básicas. Usei os temperos mais comuns de encontrar e de as pessoas gostarem. Agora, não gosta de canela? Não coloca canela ué. Ama pimenta-rosa? Eu colocaria porque acho que combina bem com os outros ingredientes. E por aí vai.

E tem dicas especiais? Tem 2 dessa vez! Primeira: eu usei raspas de laranja mas como queria um drink limpo tive que coar antes de servir. Quer evitar o trabalho? Use pedaços de casca de laranja. Acha as raspas bonitinhas? Não coa. Segunda: a quantidade de açúcar vai depender do vinho. Eu uso uma regra geral, que pode ser adaptada provando a bebida antes de servir, e que é:
O rótulo diz doce ou suave? Use 1/4 de xícara de açúcar pra cada 2 xícaras de água
O rótulo diz seco ou similar ou nada? Use 1/2 xícara de açúcar pra cada 2 xícaras de água.

Vinho Quente Aromático

2 xícaras de água
1/4 – 1/2 xícara de açúcar*
1 pau de canela
1 anis estrelado
1 colher sopa de raspas de laranja*
2 xícaras de vinho branco

* detalhes dos ingredientes no texto acima

Misture a água, o açúcar e as especiarias e leve ao fogo baixo, deixando ferver por 2 minutos. Desligue o fogo e acrescente o vinho. Coe, ou não, e sirva imediatamente, com uma fatia de laranja em cada caneca.

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Praline de amendoim, do tipo americano

Praline de amendoim, Praliné, Pralinê…. É amendoim coberto com açúcar caramelado formando uma sobremesa doce e crocante!
praline de amendoim

Começando do começo: o que é praline? Aí vem a resposta que a gente menos costuma gostar: varia. Varia de onde você mora e varia de qual acento você usa.

Praline é uma castanha/noz/similar coberta em açúcar cristalizado. O exemplo maior é o beijinho quente, que em boa parte do país chamar amendoim praliné. (sim o certo seria sem o acento)

Pralin é essa castanha açucarada quebrada toda, formando uma farofinha. Ele é usado por cima de doces, igual a gente usa castanha de caju no sorvete.

Praliné é essa castanha com açúcar caramelado triturada até virar uma pasta. Na Bélgica essa pasta serve de recheios pra bombons bem famosos que levam o mesmo nome. E que eu aceito como presente caso alguém aí tenha essa curiosidade.

Todo esse conhecimento não é meu, eu só interpretei o que li aqui

praline de amendoim

E nada disso é a receita de hoje. E calma que eu não tô enganando ninguém. É que em inglês praline é qualquer castanha envolta em açúcar, seja caramelado, cristalizado, inteiro ou quebrado. Tudo vira praline, inclusive doces de açúcar caramelizado formando tijolinhos crocantes, que também são chamados de brittles. Um exemplo disso? Nosso pé de moleque! E brittles foram a inspiração pra Christina, que foi quem me inspirou a fazer esse doce. Sacou a confusão?

Resumão antes de partir pra essa delícia crocante e docinha: Pralines franceses são diferentes etapas de processamento de uma castanha cristalizada no açúcar. Pralines americanos são pés de moleque mais delicados que não precisam ser só com amendoim. Ufa…

Praline de Amendoim tipo americano – original aqui

1/4 xícara de amendoins sem casca
1/4 xícara de açúcar
1 pitada de sal – opcional

Derreta o açúcar em fogo baixo até conseguir um caramelo claro. Desligue o fogo e junte o amendoim. Misture bem até que todos os amendoins estejam cobertos. Espalhe a mistura em um tapete de silicone, ou em papel manteiga untado, e deixe esfriar.
Se quiser salpique uma pitada de sal logo após espalhar a mistura.
Para que não mele conserve em um vidro fechado por até 3 dias.

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Choconhaque

Choconhaque!! Aquela mistura linda de chocolate quente com conhaque que é pra aquecer ainda mais!
choconhaque cozinharoman ptEssa receita pode não ter muito segredo porque é só um chocolate quente acrescido de álcool; ou pode ter muuitos segredos porque cada um faz o chocolate do seu jeito né?
A de hoje é uma fórmula básica, fácil de lembrar e que resulta num chocolate mega cremoso, quase que um mingau pra beber! E é boa pra quem vai fazer em grandes quantidades já que

1 – as medidas são simples de multiplicar pra aumentar a receita
2 – são poucos ingredientes, o que facilita na hora de comprar e de preparar aquele caldeirão pra festa toda!

Também fica um pouquinho mais barato do que a nossa mistura básica de chocolate quente porque não leva leite em pó, nem chocolate em barra. Mas claro né, tá afim de acrescentar chocolate meio amargo pra ficar mais forte? Vai com fé que fica uma delícia!
Outra coisa que dá pra mudar é a quantidade de amido de milho, a receita indica 3 a 5 colheres porque é ele que vai determinar a textura final da bebida. Com 5 colheres fica beeem cremoso, dá até pra comer de colher! Eu prefiro assim, mas se você quiser uma coisa um pouco mais líquida é só colocar as 3 colheres apenas.

PS: nas fotos esse choconhaque foi servido com espuma de leite, feita em uma cafeteira semi-automática; se você não tiver uma disponível vale fazer a espuma manualmente (aprenda aqui) ou usar chantilly no lugar, fica uma delícia também! E claro, uma canela em pó pra compor…rs

Choconhaque

3-5 colheres sopa de amido de milho
5 colheres sopa de chocolate em pó
5 colheres sopa de açúcar
500ml de leite integral
100ml de conhaque
1 pedaço de canela – opcional

Misture todos os secos e acrescente o leite dissolvendo tudo. Junte a canela e leve ao fogo e quando engrossar acrescente o conhaque. Para um drink mais forte desligue assim que o conhaque se misturar ao chocolate. Para um drink mais suave deixe ferver depois de acrescentar o conhaque.

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Em 2015: Torta de chocolate da Minny

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Caldo de Abóbora com pipoca

Hoje tem caldo de abóbora com acompanhamento especial no Cozinha!

Caldo normalmente não tem muito segredo né? Sopinha cremosa, bem quentinha, boa pra noites frias… Nas festas juninas é bem comum a gente encontrar cumbucas de caldo de feijão, caldo verde, canjiquinha amarela, mas o de hoje quase nunca. O que é uma pena porque ele é uma ótima opção, muito fácil de fazer, e que pode ou não levar carne.
Falo isso porque quem quiser pode acrescentar carne seca desfiada ou mesmo pedacinhos de linguiça que combinam muito bem com a abóbora. Mas pra quem não quiser colocar carne, o caldo sozinho já é uma delícia: levemente adocicado pela abóbora mas com uma picância bem suave por conta do gengibre e da páprica.

E pra compartilhar dicas boas o acompanhamento desse caldo é ligeiramente inusitado: pipoca! Ela entra no lugar dos torresmos ou os countrons que acrescentam textura aos caldos. Como o de hoje já é bem temperado eu deixei usei uma pipoca simples, só com sal mesmo. Mas uma opção é combinar os temperos dos dois, por exemplo fazendo um caldo mais perfumado e deixando a páprica para a pipoca. Por aqui já apareceu dica pra deixar a pipoca bem temperada, lembram?

Caldo de abóbora com pipoca

1 cebola média
6 xícaras de abóbora descascada em cubos*
2 xícaras de batata inglesa descascada em cubos
2 xícaras de água quente
azeite
Sal
Páprica doce
Gengibre em pó
Pipoca a vontade pra servir

*vale a abóbora da sua preferência, nesse aqui usei a abóbora de pescoço

Pique a cebola em cubinhos e leve para uma panela grande com o azeite. Quando a cebola estiver dourada junte os cubos de abóbora e batata e refogue rapidamente. Acrescente a água já quente e deixe cozinhar até que tudo esteja bem macio. Bata essa “sopa” no liquidificador, ou no processador, até ficar um creme bem liso. Volte para a panela e tempere com o sal, a páprica doce e o gengibre em pó. Deixe reduzir até adquirir a consistência desejada e acerte o tempero. Sirva com a pipoca.

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Em 2015: Pão de batata baroa

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Bolo de paçoca

Bolo de Paçoca! Gourmetização ou uma boa opção pra aniversários juninos?

A verdade é que é um pouco dos dois. O bolo de paçoca apareceu nessa onda de gourmetizações e receitas com novos formatos e novas misturas. Mas nada disso impede que algumas dessas receitas sejam boas ideias, e esse é o caso desse tal Bolo de Paçoca.

A maioria das receitas que vejo são bolos simples ou de amendoim cobertos com doce de leite e paçoca esfarelada. Só que pra mim pra chamar bolo de paçoca tem que ter paçoca na massa. E esse tem! A massa eu encontrei lá no ICKFD, e de cara já peguei confiança, não só pelo site que eu realmente confio, mas porque ela lembra muito a receita de bolo de fubá daqui de casa, que eu adoro. Fiz apenas duas pequenas mudanças:

-a quantidade de manteiga, que eu nem tenho certeza se mudei ou não porque nunca tenho certeza da conversão colheres/gramas
-e a paçoca que eu usei a minha caseira mesmo, e como ia esfarelar pra usar no bolo nem prensei, apenas misturei os ingredientes. Vão por mim, o gosto é o mesmo e sai bem mais em conta. Como usei a caseira coloquei a medida em colheres de sopa dela não prensada, mas se for usar a comprada pronta a receita original pede 5 paçocas.

Pra cobertura eu não queria usar o doce de leite puro, com medo de ficar muito enjoativo, então usei o mesmo truque do bolo de 1 ano do Cozinha: misturei um pouco de creme de leite. Mas atenção que tem que ser sem soro pro creme não ficar muito mole e tudo desmoronar! Quanto mais mole mais chances do seu bolo ficar meio torto, meio descambando pro lado. (se seu bolo for ficar exposto vale usar gelatina, no link do aniversário tem as medidas direitinho)

Mais uma dica: se quiser que o bolo fique parecendo mesmo uma paçoca de rolha gigante aperte ligeiramente a paçoca esfarelada sobre a cobertura, assim a textura fica mais parecida.

Bolo de Paçoca

Massa – original aqui

2 ovos grandes
3/4 xícara de açúcar refinado
50g de manteiga
2 colheres chá de essência de baunilha
2 xícaras de chá de farinha de trigo
1 xícara de chá de leite integral
2 colheres chá de fermento em pó
10 colheres sopa de paçoca não prensada – essa aqui

Bata os ovos com o açúcar até formar um creme fofo. Adicione a manteiga e a baunilha e bata até ficar homogêneo. Vá acrescentando a farinha e o leite, intercalando um pouco de cada um, até incorporar tudo. Por fim adicione o fermento e a paçoca e misture tudo. Asse em duas formas untadas e com fundo protegido com papel manteiga untado e em forno aquecido a 180°. Caso não vá desenformar o bolo ignore o papel manteiga.

Recheio e cobertura:

500g de doce de leite
cerca de 4 colheres sopa de creme de leite sem soro
1 receita de paçoca não prensada – essa mesma daqui

Misture o doce de leite com o creme de leite aos poucos, use o creme de leite pra dosar a textura do recheio. Reserve a paçoca pra cobrir o bolo.

Montagem:

Nivele ambos os bolos e corte cada um no meio. Molhe cada disco de bolo com o que quiser, eu usei xarope simples de açúcar. Empilhe os bolos intercalando com camadas do creme de doce de leite, mas não faça camadas muito grossas de recheio pra não ficar muito instável. Cubra tudo com uma camada fina de creme e leve para a geladeira por algumas horas, ou congelador por 1h. Cubra decentemente agora, com uma camada mais generosa de creme e depois cubra tudo com a paçoca triturada. Pra minimizar a bagunça eu coloquei o prato do bolo dentro de uma assadeira grande na hora de cobrir com a paçoca.

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Pipoca temperada – drops

Petisco mais comum do mundo em festas juninas, o drops de hoje é pipoca! Mas com dica especial!

Pipoca não tem muito segredo né? Milho e uma gordura na panela quente e pronto. Só que eu sempre tive um problema: várias pipocas sem sal e um punhado de sal caído no fundo da vasilha. Não sei o que sempre fiz de errado, mas a vida inteira tive problema com sal não grudando na pipoca. E aí descobri o truque do drops de hoje! E pronto, tempero grudadinho na pipoca! E quer data melhor que São João pra ensinar por aqui?

Eu não mudei praticamente nada da ideia original (que veio lá do Panelinha), só a quantidade de temperos. Esse é um ponto importante, como o tempero gruda mesmo não dá pra exagerar pra não ficar salgada (ou picante) demais. As quantidades abaixo e os temperos anotados são apenas sugestões, para uma pipoca levemente picante. Mas dá pra usar seus temperos favoritos ou apenas sal mesmo.

Pipoca temperada – original aqui

1/2 xícara de milho pra pipoca
1 colher sopa de óleo
25g de manteiga sem sal
1/2 colher chá de sal
1/4 colher chá de páprica picante
1/4 colher chá de curry

Estoure o milho de pipoca no óleo e transfira para uma vasilha grande.
Derreta a manteiga e misture os temperos. Derrame a manteiga temperada sobre a pipoca espalhando bem e misture até todas as pipocas estarem temperadas. Sirva em seguida.

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Em 2015: Bolo de maçã com aveia

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Arroz doce com chocolate e laranja

Hoje tem o arroz doce que é super tradicional, mas com um toque diferente: chocolate branco!

O arroz doce já é aquele doce reconfortante, mas o chocolate dá toda riqueza na textura que faz muita diferença! Eu sei que riqueza na textura parece muita firula prum doce, mas é isso mesmo, com o chocolate ele fica bem mais aveludado. Fora que dá pra sentir o sabor do chocolate, então use seu favorito!

A casca de laranja também dá um perfume que, pra mim, sempre combina bem com o chocolate. Se você não é muito fã do perfume da laranja (se for o caso se apresente por favor) dá pra substituir pela tradicional canela, fica gostoso também, prometo. Em ambos os casos dá pra dosar o quão forte você quer o sabor, retirando a casca (de laranja ou canela) antes do doce ficar pronto, ou deixando mais tempo. É só ir provando pra ver quando é a hora de tirar.

Por último, o ponto. Esse doce precisa ficar um pouco mais mole do que o arroz doce tradicional. É que o tradicional já endurece bastante na hora que esfria, com o chocolate ele endurece ainda mais. Então, pra manter a textura de doce depois que sair da panela, é bom ele estar parecendo um mingau quando desligar o fogo. Nas fotos dá pra perceber a diferença, é que ele foi da panela pro prato ser fotografado!

Arroz doce com chocolate e laranja

1/2 xícara de arroz japonês*
2 xícaras de água
2 xícaras de leite gordo**
3/4 xícara de açúcar cristal
casca de 1/4 de laranja
100g de chocolate branco

* o arroz pra culinária japonês fica mais macio, se for usar o agulha comum use mais água para garantir o cozimento
**se você só encontrar o leite de caixinha não tem problema, mas não use desnatado pra não ficar aguado

Em uma panela alta cozinhe o arroz na água até ficar beeem macio. Quando o arroz estiver macio e a água secando acrescente o leite, o açúcar e a casca de laranja. Deixe cozinhando em fogo baixo, até começar a engrossar, mexendo de vez em quando pra não grudar no fundo.  Quando o doce não estiver mais líquido baixe o fogo e acrescente o chocolate, já picado. Assim que o chocolate derreter desligue o fogo.

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Em 2015: Verrine Bicolor

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