Love soane

Love Soane, ou drink de limonada de maracujá….

Normalmente eu gosto de colocar a história de uma receita por aqui. Seja como a tal receita chegou até mim, ou como ela foi criada, sempre tem alguma coisa além da lista de ingredientes e o modo de preparo. E isso rola principalmente nos drinks que costumam ser posts mais curtos.

Mas o escolhido de hoje é realmente um mistério. No site de onde tirei a receita não tem nenhum indício do porque do nome ou de onde veio. E os melhores resultados do tio google pra Soane são do arquiteto britânico (que fez o banco da Inglaterra!)ou de uma loja de decoração.

Até pensei em não publicar até achar alguma coisa, mas o resultado é tão bom que achei que valia a pena fazer essa exceção. Então fica o apelo, se alguém souber de onde veio o Love Soane por favor conta nos comentários!

Love Soane – original aqui

3 doses de gin
5 doses de suco de maracujá*
2 doses de limão**
2 doses de xarope simples
1 tira de casca de limão – ignorei

*Usei suco de maracujá natural: bati a polpa com metade do seu volume em água (200ml de polpa pra 100ml de água por exemplo) e coei antes de usar.
** Usei o limão capeta e ficou ácido demais, o siciliano deve ser o ideal mas não é o único possível de funcionar. Basta usar o que tiver e acertar a quantidade de xarope pra equilibrar o sabor.

Junte todos os ingredientes em uma coqueteleira e bata com cubos de gelo até gelar tudo. Sirva em taças longas.

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Em 2015: enroladinho de pão de queijo com salsicha
Em 2014: cinnamon rolls

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Rosquinhas de nata

Rosquinhas de nata, beeem caseiras, são a receita de hoje!

Essas rosquinhas tão me rondando a tempos, vindas do caderno da minha mãe. E antes disso vindas da vizinha da frente que eu conheço meio que desde que nasci… Aquelas receitas com cara de casa sabe?

Eu não mexi em praticamente nada na receita (só troquei margarina por manteiga) e só troquei as medidas caseiras pelas medidas padrão tão comuns por aqui. Então não é porque a receita é de família que colherada vai ser cheia hein. Xícaras de 240ml e colheres padrão (a de sopa tem 15ml) vão fazer a receita dar certo!
E aí o resultado são essas rosquinhas branquinhas e macias, perfeitas pra acompanhar aquela xícara de café quentinho no meio da tarde.

Agora a parte chata: a receita é com nata (dãã). E não é todo mundo em todo lugar que consegue achar tão fácil pra comprar. Por aqui eu nunca vi, então fui do jeito gambiarra caseira mesmo: congelei nata aos poucos. Ao longo do último mês toda vez que alguém fervia leite eu ia lá com uma peneira e recolhia a nata da vasilha. E fui juntando tudo num potinho que fica no congelador. Assim a nata dura meses. Quando tinha conseguido uma boa quantidade descongelei e fiz a receita. 😉

Rosquinhas de nata

3/4 xícara de nata
2 ovos
10 colheres sopa de açúcar refinado
1 colher sopa de fermento químico
25g de manteiga pommade
3-4 xícaras de farinha de trigo

Em uma vasilha misture todos os ingredientes deixando a farinha por último. Vá acrescentando a farinha aos poucos até formar uma massa coesa. Amasse até que ela fique homogênea. Daí é só modelar do jeito que quiser.
Pra fazer as rosquinhas trançadas pegue pequenas porções de massa e enrole cordões longos, dobre cada cordão ao meio enrolando as duas pontas, daí é só fechar num círculo.
Leve ao forno já aquecido (200°) em assadeiras untadas e enfarinhadas até o fundo ficar dourado. Atenção porque elas não douram por cima.

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Em 2015: Crinckle Cookies

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Bolo de chocolate com mexerica

A combinação de chocolate com laranja já é bem conhecida, mas trocar a laranja por mexerica dá muito certo também!
bolo de chocolate com mexerica cozinharoman ptEsse bolo é daqueles fáceis de fazer e com um resultado delicioso! E já não bastasse ter me conquistado nessa, a combinação de sabores me deixou curiosa. Gosto muito de chocolate com laranja, tanto em bolos, quanto biscoitos ou bebidas, mas nunca tinha pensado em trocar a fruta pela mexerica. E acho que andei perdendo tempo porque fica muito bom; o sabor é quase todo do chocolate, mas o perfume é dela e faz toda a diferença.
Outro ponto que adorei foi a textura. Sabe aqueles bolos de pacote que a gente compra no supermercado? Eles são bem densos e compactos e eu nunca consegui reproduzir essa textura. E comprar bolo de pacote não é uma opção legal também, porque né, conservantes/aromatizantes a vontade…
Essa textura mais massudinha é típica dos “pound cakes”, que é como esse bolo foi chamado na receita original, mas não é bem assim. O pound do nome vem da medida pound (=453g) que é a base da receita básica: 1 pound de farinha, 1 pound de manteiga, 1 pound de açúcar e 1 pound de ovos. E até aí tudo bem, mas como dá pra ver pelos ingredientes acima, outra característica desse bolo é que não leva nenhum líquido. E poxa, a receita de hoje tem suco e buttermilk, é líquido o suficiente pra ser notado né.
Então o pound cake fica para uma próxima ocasião e por aqui ficamos apenas como bolo de chocolate com mexerica mesmo. O que não é nenhum demérito hein, o bolo continua delicioso, só que com nome mais adequado…rs
E se houve mudança? Só as típicas daqui, a buttermilk foi caseira e o cacau virou chocolate em pó 50% com as devidas alterações. Uma última dica antes da receita: pra quem quiser um aroma suave de mexerica uma colher de chá de raspas é o suficiente, pra quem prefere um aroma mais forte é melhor uma colher de sopa mesmo.
bolo de chocolate com mexerica cozinharoman pt2Bolo de chocolate com mexerica – original aqui

2 xícaras de farinha de trigo
1 colher sopa de fermento químico
1/4 colher chá de bicarbonato de sódio
1/4 colher chá de sal
100g de manteiga sem sal pommade*
1 xícara de açúcar mascavo
1 colher sopa de raspas de mexerica
2 ovos
1 1/3 xícara de chocolate em pó 50%
1 colher chá de baunilha
1/2 xícara de suco de mexerica
120ml de leite
1 colher sopa de limão

*pommade é quando a manteiga tá molinha mas não líquida

Primeiro prepare a buttermilk caseira: misture o leite com o suco de limão e deixe descansar por 20min.
Em uma vasilha peneire a farinha com o fermento, o sal e o bicarbonato e reserve.
Bata a manteiga com o açúcar até formar um creme. Acrescente os ovos, um de cada vez e as raspas. Quando tudo estiver incorporado, ainda batendo, junte o chocolate em pó e a baunilha.
Quando a massa estiver homogênea acrescente na ordem: 1/3 dos secos peneirados, o suco, outro 1/3 dos secos, a buttermilk caseira e por último o restante dos secos. Quando todos os ingredientes já estiverem incorporados transfira a massa para uma forma untada e leve ao forno aquecido a 180° até assar completamente. E espere esfriar e tenha cuidado na hora de desenformar porque esse bolo esfarela bem fácil.
bolo de chocolate com mexerica cozinharoman pt3

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The Summit Cocktail – da casa

The Summit Cocktail, ou em bom português o cocktail da cúpula! E eu já explico porque…

Segundo a história que vi [aqui], esse cocktail foi criado numa conferência de especialistas em conhaque, com o objetivo de celebrar a bebida. Ou seja, a alta cúpula de conhecedores arranjou um jeito incrível de beber conhaque.

E claro, eu mexi na receita deles porque não gostei do primeiro resultado…rs
A receita original usa fatias de gengibre fresco e limonada, e sinceramente com um conhaque excelente que a Rainha deve beber pode até ser que funcione. Mas na vida real, com conhaques acessíveis ao bolso comum, não rolou tão bem. Então na segunda tentativa substituí o gengibre fresco pelo em calda e fiz uma meio limonada com limão e a própria calda do gengibre. Aí sim, ficou muito bom mesmo!

Pra quem não tem gengibre em calda vale usar qualquer xarope comum e o gengibre fresco mesmo, ooou acessar esse link pra fazer o seu próprio gengibre em calda! (é uma delícia)

Mais uma coisa: eu usei limão capeta que é o meu favorito e a receita original usa siciliano; use o que preferir. E de acordo com a acidez do seu limão, ajuste a quantidade de água/calda pra quantidade de suco.

O summit coktail da casa – original aqui

4 fatias de gengibre – fresco ou em calda
1 fatia de limão – usei capeta
60ml de conhaque – seu favorito
50ml de suco do limão
40ml de calda/xarope/água com açúcar
1 fatia de casca de pepino*

Misture, em um copo largo e baixo, metade do conhaque, o gengibre e a fatia de limão. Acrescente algumas pedras de gelo (muitas ou poucas de acordo com o seu gosto) e misture.
Separadamente misture o restante do conhaque, o limão e a calda e transfira para o copo. Finalize com a casca de pepino.

*Eu ainda não faço ideia do porque do pepino. Se você beber do lado dele do copo dá pra perceber o aroma, mas é só. Se não tiver em casa, não deixe de fazer o drink. Mas se tiver, não custa nada e fica bonito! 😛

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Em 2015: Bolinho e pasta de lentilha (pra acompanhar o drink)

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Creme suíço de manteiga e 2 anos de Cozinha

Hoje é dia de festa pros 2 anos do Cozinha! E festa boa é aquela que tem bolo, certo?

Primeiro preciso dizer que não achei que esse trem fosse durar tanto… Nem atingir tanta gente como tem feito. Então muuito muuito obrigada a todo mundo que passeia por aqui (e nas redes sociais tb) e acaba me motivando a continuar com o projeto. Nós ainda somos uma cozinha pequenina mas os amigos são sempre bem vindos prum café!
Agora vamos falar de coisa boa: receita de bolo!!

Pra esse aniversário resolvi tentar um daqueles bolos bonitões com creme de manteiga que vejo sempre no instagram (segue nóis). Mas ninguém aqui em casa é muito fã de creme de manteiga… Então achei esses cremes suíço e italiano, ou alguma tradução parecida com essa já que inglês os nomes são Swiss Meringue Buttercream e Italian Meringue Buttercream. A grande diferença desses cremes é que além de manteiga e açúcar eles levam claras batidas o que dá uma baita leveza a mais na hora que você come. É um híbrido entre suspiro e creme de manteiga. O de hoje tem o mesmo método do suspiro suíço, claras e açúcar em banho maria, daí o nome. Pros curiosos: o método italiano é claras em neve e calda de açúcar.

Enfim, tudo isso pra contar que sim, fica gostoso e eu me esbaldei, mas que ainda tem um leve gosto de manteiga. Então sem medo de colocar baunilha ou outro saborizante e pode fazer tanto as camadas do recheio quando da cobertura bem finas pra não ficar enjoativo. E que sim, é uma delícia de trabalhar, bem fácil de cobrir o bolo.
Ah sim, e o bolo! Usei uma receita dupla do bolo de baunilha dividida em 3 formas de 13cm pra ficar bem alto! E molhei com bastante xarope de açúcar, pode por na conta meia xícara de açúcar e meia de água que é pra ficar bem molhadinho!


Creme Suíço de manteiga
– original aqui

3 claras
3/4 xícara de açúcar refinado
1 pitada de sal
150g de manteiga sem sal amolecida

Misture as claras com o açúcar e aqueça em banho-maria até atingir 70°.*
Retire do banho-maria, junte o sal e comece a bater, na batedeira é mais fácil mas pode ser manualmente. Bata até esfriar completamente, e a textura mudar para um marshmallow.
Ainda batendo vá acrescentando a manteiga bem aos poucos e continue batendo até incorpore totalmente e mude a textura para um creme firme. Use antes de gelar.

*Pra quem não tem um termômetro: mantenha em banho-maria pelo menos até o açúcar derreter completamente. Pra verificar pegue um pouquinho da mistura e esfregue entre os dedos, quando não sentir mais os grãozinhos do açúcar é porque derreteu. Não posso garantir que o ponto vai ser o mesmo mas a chance é grande.

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Em 2015: Bolo de chocolate com doce de leite
Em 2014: Bolo de chocolate com café – primeiro post do Cozinha!!

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Cajuzinho

Todo mundo conhece cajuzinho, certo? Pois é, eu também achava….

Na semana do aniversário do Cozinha a gente começa com docinhos de festa! E o escolhido foi o cajuzinho, rei coadjuvante das festinhas da minha infância! Só que assim, eu achava que, igual o brigadeiro, o cajuzinho variava muito pouco de família pra família mantendo uma receita básica parecida com a que a gente sempre fez aqui. Mas que engano viu.

Segundo a Tia Wiki, regiões Norte e Nordeste fazem o doce com a fruta caju mesmo, o que dá um gosto completamente diferente pro do sudeste. Só que segundo a mesma fonte todas essas receitas tem a mesma base do brigadeiro: leite condensado e manteiga.

Aí começa o problema, cajuzinho aqui nunca levou leite condensado! Quando fui procurar receitas pra comparar descobri que a maioria é o que aqui chamamos de docinho de amendoim: leite condensado, manteiga e amendoim. Nada parecido com a nossa receita. Existem algumas receitas sem o leite condensado, mas a maioria não vai ao fogo como a nossa e os ingredientes não são muito parecidos. Bom, mais um motivo pra publicar a nossa então né. As únicas alterações feitas na receita da minha mãe foi que passei as quantidades pra medidas universais.

Comecemos então as comemorações dos 2 anos do Cozinha!
E se alguém souber a origem dessa receita conta aí nos comentários…

Cajuzinho

500g de amendoim torrado e moído
200ml de leite
5 ovos
20 colheres sopa açúcar
8 colheres sopa achocolatado
açúcar cristal e amendoins sem pele pra enrolar

Misture todos os ingredientes em uma panela e leve ao fogo médio mexendo até desgrudar da panela. O ponto é um pouco mais firme que o do brigadeiro. Transfira para um prato e deixe esfriar.
Enrole pequenas porções do doce formando cones, passe no açúcar cristal e finalize com um amendoim sem pele no topo de cada doce.
OU coma de colher que é menos bonito mas muito gostoso também!

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Sangaree nº1

Versão mais simples do avô pré-histórico da Sangria espanhola…
Complicou? Relaxa que o trem é gostoso, fácil e forte pra caramba!

A sangria todo mundo já conhece? É um drink com vinho, água ou suco, algum adoçante e frutas. O Sangaree é um drink mais velho, mas com as mesmas raízes, que mistura vinho, normalmente porto, com outras bebidas. Ele pode ser adoçado e suavizado, ou não, como é o caso de hoje.

O original veio lá do site da Absolut, coisa que achei interessante já que achei que lá tinha só drinks com vodka. (boa descoberta…) E acabou que não mexi em nada, porque né, receita tão simples assim a gente não mexe.

O gosto é uma delícia, com o conhaque suavizando o sabor do Porto mas sem deixar o próprio sabor predominar. Por isso escolha bem o vinho usado, e se não tiver um Porto por perto, vale a pena experimentar mesmo com um vinho comum. Só um alerta: é bem forte, então a melhor forma de apresentar é como um shot, em um copo/taça pequeno.

Sangaree nº1 – original aqui

1 dose de conhaque
1 dose de vinho do porto
1 taça beeem gelada

É só juntar as duas doses na taça e servir em seguida.

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Em 2015: Pudim fake de chocolate

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Rolinhos de abóbora

Eu já falei que adoro um pãozinho recheado? E esses são de abóbora com canela!

Tem certas coisas que tem cara de inverno e pra mim algumas delas são temperos como cravo, canela e noz-moscada. Então quando vi esse vídeo ensinando a fazer rolinhos de abóbora (que eu amo!) recheados com todas essas especiarias juntas fiquei doida pra experimentar!
Só que eu acabei fazendo várias mudanças. A receita original é vegana (e do outro lado do mundo), então leva alguns ingredientes com os quais não tô acostumada a trabalhar, como o açúcar de palma. Minha solução foi fazer a receita de forma mais “tradicional” adaptando os ingredientes.

Pra quem quiser fazer a versão vegana basta trocar:
-o leite por leite de soja (ou qualquer leite vegetal)
-o açúcar comum pelo de palma, ou de coco, ou o adoçante que você tiver costume
Além disso eu usei apenas óleo de girassol enquanto a original usa metade de óleo de coco e metade de canola.

Eu também usei apenas farinha branca enquanto a original use 30% de farinha integral, mas isso foi por pura vontade mesmo. O resultado acabou ficando um pouco menos doce do que eu gostaria, mas ainda assim muito gostoso. A massa fica macia e o recheio é equilibrado. Não lembra nem um pouco os cinnamon rolls que mais parecem uma sobremesa de tão recheados e doces que são. Mas se uma sobremesa for a sua intenção é só aumentar a quantidade de açúcar no recheio e polvilhar mas um pouco por cima antes de assar. E se a ideia for enfiar o pé na jaca mesmo também vale trocar a água do recheio por manteiga derretida. Vai mudar completamente a receita? Vai. Mas garanto que também vai ficar gostoso.

Rolinhos de abóbora – original aqui

2 1/2 xícaras de farinha de trigo
100g de abóbora*
100ml de leite
2 colheres sopa de óleo
1 colher sopa de açúcar
5g de fermento biológico seco – meio pacote
30ml de água morna
1 pitada de sal

*a sua abóbora favorita, com ou sem casca

3 colheres sopa de açúcar
1 colher chá de canela em pó
1/4 colher chá de noz moscada
1/4 colher chá de cravo em pó
cerca de 2 colheres sopa de água

Cozinhe a abóbora até ficar macia.
Enquanto isso misture o fermento na água por 5 minutos.
Transfira a abóbora para um processador (ou liquidificador) e bata com o leite até ficar homogêneo. Junte o óleo, o açúcar, o fermento e o sal e bata novamente.
Se estiver usando um processador já adicione a farinha e processe até a massa começar e se juntar em uma única bola. Transfira para a bancada de pedra e sove a massa até ela ficar elástica e lisa.

Se estiver usando o liquidificador transfira a mistura para uma vasilha e junte a farinha manualmente, já sovando a massa até que ela fique lisa e elástica. Vale começar a misturar na vasilha e sovar na bancada de pedra se preferir.
Deixe descansar até dobrar de volume; em um dia frio mas no sol foi cerca de 1hora.
Misture o açúcar com os temperos e vá adicionando a água aos poucos, até formar uma pasta. Reserve.

Abra a massa em um retângulo de espessura máxima de 3mm e cubra com a pasta de temperos; a minha ficou bem líquida e sobrou então pincelei depois de enrolar também, mas isso é opcional. Enrole formando um rocambole fino e corte triângulos. Vire cada um com a ponta pra cima e pressione o meio pra formar dois redemoinhos. Transfira cada rolinho para uma assadeira untada ou com silicone; não use papel manteiga porque gruda tudo.
Deixe crescer novamente até dobrar de tamanho, por aqui foram cerca de 40min.
Asse em forno aquecido a 180° até que dourem. Não precisa deixar dourar taaanto quanto esses.

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Em 2015: Pão de Batata

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Torta de Brownie

E se tivesse uma torta, de massa bem crocante, mas cujo recheio fosse um brownie bem rico em chocolate?

Tá aqui ó. Eu já tinha visto algumas fotos em sites gringos mas ainda não tinha topado com nenhuma receita que me animasse a tentar essa gulodice. Então resolvi aproveitar a meia receita de massa de castanhas no congelador e tentar uma nos trancos mesmo. E ficou muito bom!
Falando na massa, ela tá bem melhor explicadinha no post da torta de maçã, e aqui fica apenas como sugestão. Mas façam ela, porque é uma delícia. Usem metade dela nessa receita e metade na torta de maçã. Eu fiz e não me arrependo de nada… 😀

Essa receita de brownie é daquelas beeeem fortes, com bastante gosto de chocolate e mais algumas gotas (ou pedaços) pra ficar ainda melhor! E claro, você sempre pode acrescentar castanhas e nozes no seu brownie, mas dada a escolha da massa eu preferir deixar só no chocolate mesmo. A original veio de um site americano especializado em culinária do sul do país, e segundo ela o resultado é bem pudinzento, úmido e nada parecido com bolo, o que eles chamam de fudgy. Só que por aqui ficou mais pra bolo úmido e denso mesmo. Não é ruim, mas acaba pedindo uma calda ou um sorvete pra acompanhar. De novo, não estou reclamando…rs Mas se você quiser um recheio menos seco ignore MESMO as duas colheres de farinha a mais e cuidado com o tempo de forno.

Outra mudança foi que usei apenas gemas, porque elas estavam sobrando na geladeira e sei que brownies pedem mais gemas do que claras. Mas se preferir use um ovo inteiro daqueles extra-jumbo, ou dois daqueles caipiras pequenininhos. E por fim, o café. Eu acho que ele só realça mais ainda o sabor do chocolate, mas se você não quiser dá pra usar água, suco ou leite, escolha a vontade.

Torta de Brownie

Massa da torta – receita completa aqui

1/2 receita de massa de castanhas do Pará congelada – ou a sua massa favorita

Deixe a massa descongelar, se for o caso, e abra até conseguir cerca de 3mm de espessura. Cubra o fundo e as laterais de uma forma de 20cm, deixando pelo menos uns 3cm de altura na laterais. Leve para gelar por pelo menos 30min, ou faça isso no dia anterior. Leve ao forno já aquecido a 230° por 10min, apenas para pré-assar a massa. Enquanto isso prepare o recheio de brownie:

Brownie – original aqui

1/2 xícara + 2 colheres de sopa de farinha de trigo*
3/4 xícara de chocolate em pó 50%
1/2 colher chá de sal
1/4 colher chá de bicarbonato de sódio
3 gemas
2 colheres sopa de óleo
40g de manteiga sem sal
1/2 xícara + 2 colheres sopa de açúcar cristal
1/2 colher chá de essência de baunilha
1/4 xícara de café forte
1/2 xícara de gotas de chocolate – usei meio amargo

*para um brownie com textura mais de fudge ignore as duas colheres de farinha

Primeiro derreta a manteiga e reserve pra amornar.
Em uma vasilha peneire a farinha, o chocolate em pó, o sal e o bicarbonato, e reserve.
Em outra vasilha bata as gemas com o açúcar até incorporar totalmente. Acrescente o óleo, a baunilha e o café e misture bem. Por último junte a manteiga e misture também. (A manteiga entra por último pra evitar que cozinhe as gemas.)

Junte as duas misturas e mexa sem bater até incorporar tudo, e só então acrescente as gotas de chocolate. Transfira para a massa já pré-assada e volte ao forno a 180° até que firme, cerca de 30-40min. Não precisa passar no teste do palito limpo já que se trata de um brownie. Eu enfeitei com um pouco de calda de chocolate, dessas pra sorvete mesmo, mas aí vale servir como preferir, inclusive com sorvete!

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Orange Blossom

Orange Blossom, ou suco de laranja batizado com Gin!

Segundo alguns sites estrangeiros, o Orange Blossom é um drink da época da proibição de bebidas alcoólicas nos states e surgiu da ideia de disfarçar as bebidas em sucos de frutas.

Tentando disfarçar ou não o álcool, por aqui somos fãs de misturar frutas com bebida, e já até fizemos um meio que irmão gêmeo do Orange Blossom: a Screwdriver, também conhecida como chave de fenda, que leva Vodka no lugar do Gim. Ambos tem cara de verão, mas os sabores são parecidos? Pra quem não tá acostumado pode até ser, mas pra quem conhece nem um pouco.

E tem receita universal? Não, não. As medidas abaixo são as que deram certo por aqui, mas dá pra variar conforme o gosto. Procurando internet a fora tem a mesma proporção de gin pra suco, o dobro de gin, o dobro de suco, e por aí vai. E tem drink com e sem xarope, mas isso depende muito mais da laranja. As daqui de casa estavam bem ácidas, e por isso o xarope. Vale espremer o suco e provar e aí então decidir usar ou não.

Orange Blossom

1/2 dose de xarope simples
1 1/2 dose de gim
2 doses de suco de laranja
gelo

Junte as bebidas em uma coqueteleira (ou pote com tampa) e complete com gelo. Bata até ficar gelado e sirva em seguida.

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Em 2015: Biscoito de abóbora pro pet

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