Belisquete fácil

Sabadão… muita gente aproveita pra tomar uma cervejinha, vinho, drink… E é sempre bom um belisquete pra acompanhar! Essa receita é ótima porque não precisa de nenhum ingrediente elaborado, pode ser adaptada para o que tiver na dispensa. Além disso, é molezinha, 5min de trabalho e 15min no forno.

Antes da receita só um adendo: essa receita apareceu no meu bloco de receitas a testar sem origem. Tio Google não ajudou em nada na busca do inventor disso. Então se você sabe de quem é essa receita ou se foi você que criou entre em contato para que eu possa dar os devidos créditos. 😉

petisco

Tirinhas Aromatizadas

2 dentes de alho
4 colheres sopa de manteiga – da que usa no pão mesmo
50g de parmesão – ralado na hora de preferência
orégano
Pão – eu usei 5 pães

Amasse bem o alho e misture a manteiga e o queijo até formar uma pastinha.
Essa é a hora de inventar. Vale acrescentar o tempero que você gostar.
Corte os pães em tirinhas. Nesse eu usei pão francês murcho mesmo. Se quiser tirinhas mais certinhas use pão de forma.
Passe a pasta nas tirinhas de pão e polvilhe orégano por cima.
Leve ao forno a 200° por cerca de 15 minutos, até dourar.

Eu sei, eu sei… parece só uma torrada chiquezinha. Mas vai por mim, vale a pena.

 

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Bolo de cenoura

Não consigo explicar a minha empolgação infantil diante de um bolo de cenoura. Infantil porque vem desde criança, e porque ainda hoje eu fico parecendo criança.
bolo de cenoura

Mas gente, ele é incrível! Como assim aquele negócio da salada do almoço vira um bolo delícia?! E como assim é bolo com cobertura mas não (necessariamente) de festa de aniversário?! É muita coisa fora da rotina de uma vez… E nem preciso falar que é um jeito bom de convencer qualquer criança que tem jeitos de cenoura ser gostosa (vai que a sua criança não gosta de cenoura né…); é um primeiro passo pro pimpolho cogitar experimentar o vegetal. Agora que já te convenci que bolo de cenoura é o máximo, vamos a receita:
bolo de cenoura

Bolo de cenoura

a xícara usada é a de 200ml

500g de cenouras cruas – usei com casca mesmo, é só lavar bem
4 ovos
2 xícaras de açúcar – faltando 1 dedo pra completar
1/2 xícara de óleo
2 xícaras de farinha de trigo – bem cheias
1 colher de sopa de fermento em pó

Pique as cenouras grosseiramente e junte no liquidificador com os ovos, o açúcar e o óleo, e bata até virar um creme homogêneo. Em uma tigela coloque a farinha e acrescente aos poucos o creme para não empelotar. Por último acrescente o fermento e misture delicadamente. Leve ao forno a 200° em forma untada até dourar.

Calda

a xícara usada de 240ml

25g de manteiga sem sal
2/3 xícara de água
2/3 xícara de açúcar refinado
1 xícara de chocolate em pó

Misture todos os ingredientes e leve ao fogo mexendo bem até engrossar. Cubra o bolo com a calda ainda quente. Eu gosto de deixar ela meio molinha e de partir o bolo antes de cobrir, para que ela entre na massa. Mas você pode deixa-la mais grossa e usar como uma cobertura mesmo.

bolo de cenoura

 

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Sobre cozinhar… e errar

Ontem fui fazer macarrão pela primeira vez na vida. Veja bem, não cozinhar macarrão. Fazer a massa do macarrão. Achei uma receita que parecia a coisa mais fácil do mundo e fui com fé. E um pacote de parpadelle comprado, como plano B.

Não deu certo. Não passamos fome, o macarrão ficou comível, mas não delicioso como imaginei e muito menos, bonito como eu esperava. Hora de desanimar e pensar que foi uma desgraça, que a receita não presta e que joguei um monte de ingrediente fora (nem tantos que era só farinha e ovo)? Que talvez seja melhor mesmo voltar a comprar macarrão pronto e deixar isso de abrir massa pra lá? Não é bem assim.

Cozinha é tipo laboratório de cientista maluco. Muitas substâncias interagindo e um potencial enorme pra bagunça. E, claro, um potencial enorme para o erro. Quem nunca solou um bolo ainda não fez bolos suficientes. Queimar arroz, salgar feijão, deixar a carne meio crua, errar o ponto do brigadeiro…tudo isso é normal. Inclusive pra quem tem anos de cozinha. Pergunte pra quem comanda a cozinha de casa já há algumas décadas e você vai ver que mesmo com anos de prática as vezes alguma coisa não sai certo. Isso é ainda mais possível quando estamos tentando uma receita nova.

Não quer dizer que a receita não presta. Ou que você deva desistir desse tipo de preparo. Sempre vale tentar mais uma vez. Perguntar pra quem já fez. Pesquisar motivos pra ter dado errado. Tio Google e blogs de culinária como esse aqui tão aí pra isso. Então pra você que queimou o fundo do bolo (é só passar um ralador na parte carbonizada e pronto), liga não. Essas lambanças são a forma mais eficiente de a gente aprender.

O macarrão de ontem não foi um grande desastre; não precisei usar o plano B. Mas serviu pra eu aprender que se você vai tentar uma receita nova, um tipo de preparo que você nunca fez… é melhor seguir a receita a risca e não ficar inventando. Na próxima macarronada, porque vai ter próxima, eu sigo os passos direitinho.

E pra não ficar um texto enorme sem foto nenhuma, aí meu macarrão feioso, mas comível:

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Eton Mess desajeitado

O nome pode parecer pomposo, mas a receita é super simples e uma delícia. Morango com creme e um toque a mais. E pronto.

Esse nome estranho é porque a sobremesa é tradicionalmente servida na escola Eton College durante um certo jogo de críquete (jogo esse também muy tradicional pelo visto). A sobremesa é conhecida por esse nome desde a década de 30, embora remonte ao século 19.

Faltou explicar o desajeitado né? Então, como toda receita tradicional, sobram variações. Eu fui pegando meio que um apanhado de tudo que tinha visto e misturei na minha cabeça para aproveitar morangos em tempo de perder. Só que dos 3 ingredientes básicos (morangos, creme e suspiro), me faltava o suspiro. Tinha um biscoito de coco (que devia ter sido um sequilho mas não foi) bem aerado e esfarelento. Foi ele mesmo.
Não ficou um Eton Mess clássico mas, digamos que seu espírito foi preservado.

 

Eton Mess – da minha cabeça mesmo

1 caixinha de morangos
3 colheres sopa de açúcar refinado
250ml de creme de leite fresco – pra ficar com essa consistência só o fresco mesmo
biscoitos de coco – substitua por suspiros

morango2Lave e seque bem os morangos. Pique-os em pedaços não muito pequenos e cubra com uma colher de açúcar. Enquanto os morangos marinam no açúcar, bata o creme de leite até atingir ponto de chantilly. Acrescente o restante do açúcar e misture bem, mas com cuidado para não bater demais.

Com um garfo amasse ligeiramente alguns morangos. A intenso é soltar o líquido deles e não formar um purê. Quebre os biscoitos/suspiros sobre o creme e junte os morangos e misture ligeiramente. A quantidade de suspiros/biscoitos varia conforme a textura que você quiser. A intenção não é um creme homogêneo mas uma bagunça mesmo.

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Ovos cremosos

Sabe aquela cena de café da manhã clássico americano? Um balde de café, torradas com manteiga, ovos mexidos e bacon estalando. Pois é, acho o nosso café da manhã, com fruta e queijo branco bem melhor!

Mas as vezes é bom dar uma variada, experimentar outras coisas… E os ovos mexidos podem ser uma boa opção, principalmente para quem está querendo consumir mais proteína. Sempre que eu fazia, os ovos ficavam meio secos ou, pra não ficarem secos, acabavam ficando crus… Uó

Essa receita do Dedo de Moça resolveu o problema, os ovos ficam cremosos, nem um pouco secos e bem cozidos. Eu gosto de comer com torrada (de pão de sal mesmo) e café. Mas eles ficam bons com acompanhamentos vário, servindo até mesmo para um almoço mais leve.

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Ovos mexidos cremosos – original aqui

1 colher chá de manteiga sem sal
1 ovo jumbo – ou  2 pequenos
1 colher sopa de creme de leite fresco
1 pitada de sal
Salsinha

Misture o ovo e o creme de leite com um garfo. Derreta a manteiga em uma frigideira e junte os ovos batidos. Tempere com o sal. Vá mexendo delicadamente a medida que for cozinhado. Não bata. Assim que não tiver mais líquido tire do fogo se quiser mais cremoso. Se preferir mais firme é só deixar mais um minutinho no fogo. Sirva com a salsinha. Eu coloco a salsinha porque adoro a combinação ovo+salsinha, mas vale trocar por qualquer coisa que você julgue vá combinar bem.

 

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Cookies duplos

Eu não rezo pra feriado/sexta chegar… mas as vezes a segunda pega pesado! E pra quem tem pavor de segunda feira, decidi deixar aqui um belo presente: dose dupla de chocolate que fica pronta em meia hora. E olha que desse tempo 20 minutos são gastos assistindo o forno fazer todo o trabalho hein. A receita veio do Ingles Gourmet, que é um prato cheio (trocadilhos horríveis são comigo mesma) pra quem gosta de experimentar receitas de outras bandas. Fiz pequenas adaptações, acrescentando castanhas do pará que tinha em casa e trocando o cacau em falta por chocolate em pó. Nada que tenha comprometido o resultado. Inclusive, nesse exato momento eles estão escondidos para que eu não tenha uma overdose de chocolate. Te contei que sou uma formiga?

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Double Cookies – original aqui

xícara padrão de 240ml

1 xícara de farinha de trigo
1/2 colher chá de fermento em pó
1 xícara de açúcar mascavo
1/2 colher chá de sal
5 colheres sopa de chocolate em pó
1/2 xícara de castanhas do pará picadas – ou a castanha que você preferir
200g de chocolate meio amargo picado – ou aquelas gotinhas de chocolate
1 ovo
5 colheres sopa de manteiga sem sal derretida

Peneire todos os ingredientes secos em uma vasilha. Junte o chocolate e as castanhas e misture até que estejam cobertos. Junte o ovo e a manteiga derretida e misture bem. A massa deve ficar parecendo massinha de modelar. Prepare uma forma com papel manteiga ou um tapete de silicone e coloque bolinhas de massa com uma distância entre elas. Os cookies tendem a se espalhar com o calor do forno. Leve para assar em temperatura média por cerca de 20 minutos. Os cookies ainda estarão macios, eles endurecem depois de frios. Um meio de saber se estão assados é levantar um pouco e ver se o fundo já está mais firme. Retire da forma ainda quente para que fiquem mais crocantes depois.

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Links de domingo

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Para as formigas de plantão: creme de amendoim mais chocolate!! Além de contar com duas simpatias na apresentação a receita me deixou com vontade de correr pro mercado e voltar com kilos de amendoim.

espinafre
Esse rolinho de espinafre chama Kugelhopf e, descobri aqui, vem da Alsácia. Como adoro coisa com nome estranho, e também adoro misturar verdura com outras coisas (elas ficam mais palatáveis) esse vem pra lista também.

azeitona
Oi jeito muito mais gostoso de comer azeitonas (que já estão na lista do mercado)!

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Picolés cremosos de margarita!! Dá vontade de nem esperar o verão chegar. Apenas pra maiores de 18 já que leva tequila.

 

 

 

Doce de abóbora

Não sou muito fã de estereótipos, mas acabo caindo em alguns, principalmente na cozinha. Pão de queijo, doce de leite, cafezinho, broa, frango com quiabo, queijo fresco, já mencionei pão de queijo?

Algo que o povo sempre lembre quando pensa aqui de Minas são os doces/compotas caseiros. Doce de leite é sempre lembrado, mas também vejo muito figo em calda, doce de laranja, doce de mamão e o docíssimo e super leve doce de abóbora com coco! (Tenho fases; essa é a do coco…) Tem gente que prefere só a abóbora, mas o coco dá uma textura especial para o doce.

É bem facinho de fazer, mas prepare-se para a lambança, esse doce espirra que só! Por isso, é bom ter um avental e uma colher de cabo bem comprido por perto.  Um processador também facilita muito a vida, não só com esse doce! Mas se não tiver um a disposição, deixe a abóbora cozinhar beeeem e amasse com um garfo. O liquidificador, embora facilite, acaba deixando a massa muito lisa. Outra coisa que não pode faltar? Queijo Minas Frescal! Eu sei, mais um estereótipo…

Doce de abóbora

Doce de Abóbora com Coco

xícara padrão de 240ml

3 kg de abóbora de pescoço – essa aqui
2 1/2 xícaras de açúcar cristal
150g de coco ralado

Doce de abóboraPique a abóbora em cubos grandes e cozinhe até ficar bem macia.

(Se não for cozinhar no vapor, não jogue a água do cozimento fora. Ela fica cheia de nutrientes e ótima para outros preparo, desde sopas, até arroz ou feijão.)

Passe a abóbora cozida pelo processador até não sobrarem pedaços. Ou amasse com um garfo. Volte para a panela e junte o açúcar e o coco. Não precisa mexer constantemente, mas fique de olho para não grudar no fundo. E cuidado com os espirros! O ponto é quando você mexer com a colher e conseguir ver o fundo da panela. Ele fica um pouco mais firme depois que esfria, o que é ótimo pra comer de colher!
Agora é só partir uma fatia bem gorda de queijo fresco e se fartar!

Doce de abóbora

 

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Pão com farinha de coco

Já de cara matei a surpresa do pão né? Preciso pensar melhor nos meus títulos….
Bom, esse pão é uma receita básica que está na família tem tempo pra caramba. Tudo que fiz foi substituir uma parte da farinha de trigo por farinha de coco (aquela mesma que sobrou do leite vegetal de coco) e isso resultou em uma massa mais mole, que não precisa sovar. Mas que não dá pra modelar também, é pão de forma mesmo.
O gosto de coco é bem difícil de sentir, fica muuuito leve. Mas a farinha deixa uma textura especial no pão, lembrando um pouco coco ralado mesmo…  E como o sabor é suave vale acrescentar o que você quiser, frutas, castanhas, bacon, queijo… tanto como recheio como cobertura. É deixar a imaginação solta, e o apetite também!

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Pão com farinha de coco

50g de fermento biológico fresco
1 1/2 xícara de leite morno – usei leite de vaca desnatado
2 ovos
1 colher de café de sal
4 colheres sopa de açúcar
2 colheres sopa de manteiga sem sal
2 colheres sopa de óleo – milho, canola, soja, etc
3 xícaras de farinha de trigo
1 xícara de farinha de coco

Desmanche o fermento no leite. Em uma vasilha grande junte esssa mistura e os demais ingredientes,  exceto as farinhas, e misture até ficar homogêneo. Misture metade da medida de cada farinha com o líquido e deixe a massa descansar por 1 hora. Vai ficar bem mole, meio líquida mesmo. Passado o tempo, o líquido deve ter formado bolhas já. Acrescente o restante das farinhas e misture bem.
Transfira para um forma untada e enfarinhada. Eu usei uma forma de bolo inglês grande. Pincele com uma gema e decore polvilhando um pouco da farinha de coco, ou que vier na sua mente, por cima.
Leve ao forno já aquecido a 200° por cerca de 30-40 minutos. Espere esfriar antes de desenformar.

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Leites vegetais 1 – Coco

Momento confissão: eu adoro um bife. Eu sei que o porquinho é ser vivo igual eu e merece ficar vivo. Isso não me impede de gostar de bacon. Não digo isso com orgulho. O que me orgulho sim de dizer é que carne não é o principal nas minhas refeições, pelo menos não na grande maioria delas. Quanto a leite, ovo e mel, nunca tive problema em consumir. Isso até começar a estudar mais sobre alimentação natural, culinária viva, e as formas como a indústria do alimento funciona. (Parece que vem tudo num pacote, você se interessa em ler sobre um e daqui a pouco tá lendo sobre todos)

Depois de ver esse vídeo e ler esse texto, comecei a repensar um pouco o copo de leite com chocolate que sempre tomei. Eu acreditava que por ser chocolate e não achocolatado, e o leite ser desnatado e não integral, estava super saudável. Não é tão simples. Não pretendo parar de tomar leite, ou comer ovo ou mesmo carne. Mas acho que variar o máximo possível é sempre bom. Comer de tudo significa, realmente, comer de tudo, não existe alimento proibido e não sobra espaço pra excesso de nada.
Só lembrando que não tenho formação em nutrição e isso tudo são só ideias que vão surgindo na minha cabeça depois de ler esse tipo de coisa. 😉

Enfim, essa enrolação toda é pra contar que inspirada na alimentação viva comecei a pesquisar os leites vegetais, que de leite só tem a cor. Basicamente é pegar um vegetal (coco, aveia, amêndoa, soja), bater com água e filtrar. Cada um tem suas particularidades no preparo, no valor nutricional e no resultado. Começo as experiências com aquele que me pareceu o mais apetitoso: leite de coco!

As receitas na internet são várias, dá pra passar uns 2 dias lendo e os links não acabam. Então fui direto nos sites que já visito a mais tempo, e achei essa receita do Panelinha. A receita é moleza de fazer e o maior trabalho que eu tive foi, na verdade, descascar e ralar o coco. Usar coco já ralado ou ralar o in natura fica a seu critério. Mas se for usar o já ralado fuja dos já adoçados, é melhor fazer o leite e, se necessário, então adoçar.

Leite de coco caseiro

4 xícaras de coco ralado
2 xícaras de água filtrada
1 xícara de água filtrada morna
1 pano limpo

Essas medidas são as que eu consegui descascando um coco seco, mas basta seguir a proporção (1 medida de coco,  1/2 medida de água, 1/4 medida de água morna) para adaptar pra quanto o seu coco render. Para abrir o coco seco usei o método antigo: fura, tira a água e taca o coitado no chão com força. Recolhe os pedaços e solta a casca externa, a mais fina de dentro pode deixar. Lava os pedaços e tá pronto. Existem técnicas usando a boca do fogão, mas nunca tentei. Se alguém já experimentou, conta nos comentários!
Feita a parte mais chatinha é só ralar o coco, medir e, junto com a água na proporção, bater no liquidificador até não sobrar pedaço.

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Enquanto o coco bate, ferva o pano em uma panela com água limpa. Estenda sobre uma vasilha e despeje ali a mistura de coco. Junte o pano formando uma trouxinha e aperte até sair todo o líquido. Se achar difícil, faça isso com uma parte do coco de cada vez. O leite extraído dessa forma é o primeiro e mais gordo.

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Agora em outra vasilha coloque a água morna e banhe a trouxinha de coco. Aperte bem e banhe novamente. Repita isso até que ao espremer a trouxa a água saia branca. Você pode manter os dois leites separados ou mistura-los, como eu fiz. Guarde na geladeira em vasilha tampada e mexa bem antes de consumir, pois tende a separar o sólido do líquido.

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Sabe o bagaço que sobrou? Aquele na vasilha quadrada lá no fundo da foto… Não jogue fora! Coloque em uma assadeira e leve ao forno baixo por cerca de 80 minutos. A cada 20 minutos misture bem para secar por igual. No término do tempo desligue o forno e deixe esfriar com a assadeira dentro. Guarde em um pote tampado em local protegido. Essa farinha pode ser usada em bolos e pães. Cada 1/3 de xícara de farinha de coco substitui 1 xícara de farinha de trigo. Aprendi aqui.

coco 4

 

 

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