Biscoitinhos integrais, feitos com fermento natural

Biscoitinhos integrais mega crocantes, no estilo cracker. Sabe, aquele que tem um nome nesse estilo? Simplificando essa receita dá pra fazer beeem parecido.
biscoitinhos integrais

Isso porque esses biscoitinhos crocantes são bem mais ricos que os crackers comprados prontos. Eles são integrais, então são mais complexos nutricionalmente. Mas podem não ser se você preferir usar apenas farinha branca. E são saborizados com ervinhas secas, o que deixa o sabor bem mais atraente. Quer biscoitos neutros que vão bem com tudo? É só pular as ervas.

E são feitos com levain não alimentado! Sabe quando tá no dia de alimentar seu fermento mas você não tá afim de fazer pão? E aí tem que jogar parte do fermento fora…. E dá uma dó…. Oooou você faz esses biscoitos! A massa é super simples de fazer, aproveita o levain que iria embora e eles ainda duram bem quando guardados em uma lata!

Agora algumas dicas:

Faça bem fininhos! Eles são mais gostoso quando bem crocantes e um biscoito crocante de massa espessa fica impossível de morder.

E não esqueça de furar a massa antes de levar ao forno. Isso vai garantir ainda mais crocância; que é o maior charme dessa receita.
biscoitinhos integrais

Biscoitinhos integrais – original aqui

1/2 colher chá de sal
1 xícara de farinha de trigo*
1 xícara de levain – sem alimentar
40g de manteiga pommade
1 colher sopa de ervas secas – usei orégano
sal e azeite

*você pode usar farinha branca e/ou integral. Normalmente a proporção é 40% integral e 60% branca, mas eu usei 25% (1/4 xícara) de farinha integral para 75% (3/4 xícara) de farinha branca.

Misture a farinha, o levain, e a manteiga. Acrescente a meia colher de sal e as ervas e amasse até a a massa se juntar. Faça um quadrado com a massa, cubra com filme plástico e leve para a geladeira por cerca de 30min.

Sobre um pedaço (grande) de papel manteiga abra a massa, com um rolo, até consegui um quadrado de massa de1-2mm. É bem fininha mesmo. E tente formar um quadrado direitinho; eu precisei cortar a massa e rearranjar uns pedaços pra isso. Não tem problema. Transfira o papel com a massa para uma forma e corte os biscoitos; é mais fácil cortar já na forma do que transferir cortado. E não precisa separar cada quadradinho, é só quebrar no corte depois. Fure cada biscoito com um garfo pra garantir mais crocância. Pincele tudo com azeite e salpique um pouco de sal por cima. E então leve ao forno, aquecido a 200C, por cerca de 30min; ou até eles fazerem um estalo quando você quebrar.

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Em 2015: Abóbora assada

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Torta Ratatouille, pra um inverno vegetariano

Torta ratatouille, ou basicamente um ratatouille metido a besta sobre uma massa crocante.
torta ratatouille

É aquele mesmo do filme do ratinho, sabe? O Ratatouille, além de nome de filme, é um prato típico francês com legumes (berinjela sendo essencial) levados ao forno e/ou cozidos. Depois da animação ficou na moda cortar o legumes em rodelas e enfileirar em carreiras ao longo de um pirex, formando um desenho bem hipnótico. O que fiz aqui foi foi uma mudança na apresentação mas mantendo a base.

Meus legumes ainda são fatiados, mas de comprido. E em vez de enfileirados foram enrolados, formando uma florzona. Pirex? Ele virou uma massa crocante, muito da gostosa, mas bem básica pra não roubar o protagonismo dos legumes. Aliás, se você tem uma massa favorita que acha que vai combinar, vai fundo. Ela só não pode inflar muito pra não desmontar o desenho.

A mesma massa, com adaptações, pode servir pra recheios muito doces

torta ratatouille

Torta Ratatouille

Massa:
3 xícaras de farinha de trigo
100g de manteiga sem sal gelada
1 ovo
1/2 colher chá de sal
1 pitada de pimenta do reino
cerca de 10 colheres sopa de água gelada – bem gelada

Recheio:
1/2 xícara de molho de tomate – usei uma passata
1 abobrinha grandona
1 berinjela grandona
1 tomate
sal a gosto

Comece cortando a berinjela em fatias bem finas; coloque em uma vasilha com água e sal e deixe de molho por cerca de 1h. Enquanto isso prepare a massa:
Misture a farinha com o sal e a pimenta; junte a manteiga em cubinhos e vá esfarelando a manteiga até ficar mais ou menos uma areia grossa. Junte o ovo e comece a juntar a massa. Vá adicionando a água e amassando apenas o suficiente para juntar a massa em uma forma coesa. Pode ser que você precise de mais ou de menos água. Massa lisa e coesa deixe gelar por 30min, coberta por filme plástico. Enquanto isso fatie a abobrinha e o tomate.

Abra a massa e forre uma forma de torta com cerca de 24cm. No meu caso a massa ficou mais grossinha, por motivos de família gosta assim. Você pode usar uma forma maior e fazer uma massa mais fina. Espalhe o molho de tomate no fundo da torta e comece a fazer uma rosa enrolando abobrinha e berinjela (no vídeo dá pra entender melhor). Finalize com as fatias de tomate e sal a gosto. Cubra com papel alumínio e leve ao forno por 30min, retire o papel e deixe no forno mais uns 20min, até que a massa doure. Sirva quentinha.

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Chips de parmesão, o drops mais fácil de todos

Chips de parmesão, fininho e crocante, bom pra acompanhar uma cerveja ou um drink (ou um suco vai) e feito com apenas um ingrediente!
chips de parmesão

Tá, você pode usar temperos junto do parmesão Eu usei orégano, a receita original usava páprica, e você pode adicionar o tempero que quiser! Até porque, parmesão meio que combina com tudo né?

Mas se não tiver ideia de usar nenhum, tudo bem também. O parmesão sozinho já fica uma delícia!

E é meio que isso mesmo, rala o parmesão, modela, tempera e assa. Moleza né? Tô até sem assunto… Então vamos direto pras dicas e pra receita.
chips de parmesão

Dica 1: eu gostei de usar um cortador de biscoito pra moldar os chips de parmesão. Mas vale usar qualquer molde que quiser, inclusive molde nenhum. É só fazer um montinho baixo e pronto.

Dica 2: unte o papel manteiga. Isso tá na receita mas eu preciso enfatizar: UNTE O PAPEL MANTEIGA. Eu sei que parmesão tem bastante gordura, sei que papel manteiga não deveria grudar nas coisas. Mas gruda. Então taca óleo no papel! E também não rola de reaproveitar o papel pra uma nova leva sem untar de novo. Mas a parte boa: dá pra usar tapetes de silicone! 😀

Chips de parmesão – original aqui

parmesão ralado
temperos a gosto – usei orégano

Rale o parmesão no ralo médio para chips mais delicados, ou no ralo grosso para chips mais consistentes. Se for usar um tempero em pó, como páprica misture agora no parmesão.
Prepare uma assadeira com papel manteiga untado. Sim, precisa untar o papel manteiga. Espalhe os montinhos de parmesão pela assadeira. Eu usei duas colheres e sopa pra cada chip, e usei um cortador de biscoito para que ficassem redondinhos. Mas nada disso é realmente necessário. Se for usar um tempero que não seja em pó, como orégano, polvilhe por cima do parmesão nesse momento.
Leve ao forno, já aquecido a 200C, por cerca de 10min, ou até que dourem. Eles são mais gostoso logo em seguida, mas se for guardar a melhor opção é na geladeira, em um pote bem vedado.
chips de parmesão

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Gnudi simples, ou nhoque de ricota

Gnudi, quem conhece? Gnudi é uma corruptela de nudi, nu em italiano, porque esse prato pode ser considerado um ravióli pelado. Ou seja, apenas o recheio, nu, sem a cobertura da massa. Ele também pode ser chamado de nhoque de ricota por motivos de tudo quanto é bolinha cozida = nhoque.
Gnudi de ricota com molho de tomate

A maioria das receitas de Gnudi que encontrei são de ricota com espinafre, e eu imagino que seja uma combinação muito boa. Só que eu não tinha espinafre à mão, e achei essa sem espinafre. E fica muito bom também viu! Então pra quem não é fã de espinafre, fique a vontade que dá pra fazer sem. Também dá pra colocar outras ervas, como cebolinha ou manjericão para dar mais um camada de sabor.

O bom da comida salgada é que dá pra inventar na hora dos temperos!

E nessa de inventar eu acabo modificando um pouco a receita né? Mas essa nem precisou muito. Eu tive que acrescentar sal, talvez porque o meu parmesão não fosse tão salgado. E é sempre bom lembrar: quando cozinhando com queijos salgados, como o parmesão, coloque o sal apenas depois do queijo e prove antes.

E também não precisei drenar a ricota. A receita original pede que a ricota seja drenada por um bom tempo, mas a minha não soltou nenhuma gota de soro. Acho que isso vai depender do tipo de ricota usada. O nome do queijo pode ser o mesmo, mas o país de origem influencia muito; e aqui no Brasil as ricotas costumam ser mais secas mesmo.
Se quando amassar a sua começar a soltar muito líquido, transfira para o escorredor de macarrão e deixe na geladeira, com um prato embaixo, por cerca de 30min. E daí siga com a receita normalmente.

Por último: o molho! Eu usei molho de tomate caseiro, mas você também pode servir com manteiga e sálvia, como sugerido no original, ou o molho que preferir. Até sem molho, e aí vira um ótimo petisco.

Gnudi Simples – original aqui

350g de ricota
25g parmesão ralado
1 gema
noz moscada a vontade
sal a vontade
farinha de trigo suficiente para empanar

Amasse a ricota o mais fino que conseguir, se preferir passe pelo processador. Misture a ricota com o parmesão, a gema e a noz moscada. Quando a mistura estiver homogênea prove e acerte o sal. Leve a massa para a geladeira por pelo menos 30min, para ficar mais fácil modelar.
Faça bolinhas com a massa e passe cada uma em farinha de trigo. Transfira cada bolinha para uma assadeira/travessa enfarinhada, cubra com papel manteiga e leve para a geladeira por 24h.
Na hora de servir é só passar cada um por água fervente. Depois que boiarem conte uns 30segundos (não precisa ser exato, é só dar um tempinho) e retire. Sirva com molho de tomate e ervas ou o da sua preferência.

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Em 2015: Vitamina de morango com coco

 

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Pesto, de patê a molho e mais variações

Pesto é um molho italiano feito, normalmente, com folhas de erva aromática (usualmente manjericão), castanha (tradicionalmente pinoli), queijo (italianamente pecorino) e temperos.
pesto em patê e biscoitos

Como adoramos fazer aqui no Brasil, essa receita já foi modificada inúmeras vezes e, hoje, encontramos pesto até de salsinha com nozes. Os sabores mudam drasticamente conforme mudam tanto a erva, quanto o queijo, quanto a castanha; e também os temperos claro. Mas acho que ficar discutindo se isso ou aquilo é ou não pesto dá na mesma que discutir se brigadeiro de capim-limão é brigadeiro ou não. A receita ficou gostosa? Cumpriu o dever de alimentar e deixar feliz? Então pronto né?

Por aqui o pesto manteve o manjericão italiano, trocou ligeiramente o queijo pra parmesão e abrasileirou completamente com a castanha de caju. E também mudei um pouco a textura. Normalmente o pesto é feito mais mole, como um molho, bom pra comer com macarrão. Eu fiz bem mais firme, na consistência de um patê, que era justamente o uso que eu tinha em mente no dia.

Também dá pra fazer uma textura meio termo e usar como recheio de pão trançado. 😉

Quer usar essa receita mas como molho? Sem problema! Adicione um pouco mais de azeite, e se quiser limão, até atingir a consistência preferida e pronto. O mesmo vale pra quem quiser trocar o queijo… Ou a castanha… Ou acrescentar uma salsinha..
Enfim como sempre por aqui: a base tá aí, agora é ó deixar sua imaginação comandar!

Pesto

3/4 xícara de parmesão ralado
1 xícara de manjericão*
3 colheres sopa de azeite
1 colher chá de sal
4 colheres sopa de castanha de caju picada
1 colher sopa de suco de limão

*Para medir o manjericão aperte bem as folhas na xícara

É só bater tudo no liquidificador; se achar que ficou muito firme acrescente um fio de azeite aos poucos.
Para um pesto rústico pique tudo com uma faca bem afiada até o tamanho desejado.

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Em 2016: Bicho de pé (aquele docinho de gelatina, sabe?)

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Nhoque de Beterraba, nhoque da fortuna pro verão

Sim, nhoque de beterraba, e sim, deu certo! Eu já tinha visto nhoques de outros sabores além do tradicional de batata, mas confesso que a beterraba me gerou muitas dúvidas. É que eu não consigo visualizar a beterraba gerando um purê com liga. E isso é porque não dá mesmo. É aí que entra a batata da receita.
nhoque de beterraba

Dupla perfeita tá: a batata dá a liga necessária pra formar a massa, e a beterraba entra com sabor e cor. Além delas, a receita segue mais ou menos a de um nhoque tradicional: ovo, farinha e tempero. E, como em qualquer nhoque, é bom ficar de olho na quantidade de farinha. Melhor deixar a massa meio molenga e modelar na colherada, como eu fiz, do que acabar com um nhoque de beterraba mas com sabor de farinha.

Agora, enquanto o nhoque tradicional é cozido num panelão cheio de água salgada, esse é frito na frigideira com manteiga e azeite. A original da Sweet Paul Magazine é com manteiga noisette e sálvia. Não tenho as intimidades com manteiga noisette e não tenho sálvia*. Isso não é motivo pra não fazer a receita, não é mesmo?

Aqui o nhoque foi frito numa mistura de azeite com manteiga e servido sequinho num dia muito quente. Você também pode servir com o molho que quiser. Ou cozinhar os nhoques em água fervente. Ou cozinhar/fritar e então congelar. Agora que você já tem tantas opções escolha a sua favorita e bora pra cozinha!

*Sabe quando você compra o pacote de sementes de sálvia e no lugar nasce espinafre? Pois é, eu sei…
nhoque de beterraba

Nhoque de beterraba – original aqui

450g de batatas
225g de beterrabas
1 xícara de farinha de trigo
1/4 colher chá de sal
1 ovo pequeno
manteiga e azeite para dourar*

*também vale usar só manteiga (fica mais pesado) ou só azeite se quiser

Asse as batatas e as beterrabas inteiras e com casca até que fiquem macias. Processe as duas juntas e depois amasse com um garfo até dar liga. Deixe resfriando na geladeira por pelo menos uns 40min, isso vai ajudar a massa a ficar mais firme.
Junte o sal e o ovo e misture até ficar homogêneo. Então vá adicionando a farinha aos poucos até formar uma massa. O ideal é colocar o mínimo de farinha possível para não atrapalhar o sabor, então essa massa fica com uma textura parecida com massa de pão de queijo, meio molenga mesmo. Se quiser modelar com as mãos igual nhoque tradicional daí é preciso mais farinha.
Esquente uma frigideira com um pouco de manteiga e azeite e, usando duas colheres, modele bolinhas de massa. Doura cada nhoque dos dois lados até que cozinhe.
Você pode servir sequinho ou com o molho da sua preferência.

Também dá pra cozinhar, como faz com o tradicional: esquente uma panela com água e sal e modele os nhoques da mesma forma. Delicadamente coloque cada um na água e deixe cozinhando até que comece a boiar.

Pode congelar? PODE. Tanto o frito quanto o cozido podem ser congelados. Depois é só esquentar direto no molho, ou na frigideira se for comer sequinho.

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Em 2015: Melancia shots

 

 

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Salada crocante versão 2.0 – drops de verão

A salada crocante do Cozinha (e minha favorita da vida) ganhou nova versão!
Salada crocante de repolho com cenoura

E a receita de hoje é um drops de drops. A grande mudança é ó o jeito de preparar o repolho mas, vai por mim, vale a pena!
O resultado é um repolho que parece que foi cozido mas mantém a crocância  de quando cru, numa textura totalmente diferente da salada original. Além disso acrescentei milho, simplesmente porque tava com vontade, e acabou combinando muito bem.
Lembrando ainda que eu usei como erva de tempero a cebolinha porque era a que tinha na cozinha no momento. Vale acrescentar salsinha. Vale trocar por manjericão, orégano fresco, coentro, tomilho, até hortelã! Experimente com suas favoritas e invente!

Salada crocante 2.0

Repolho
Cenoura
Milho
Maçã
Cebolinha
Sal

Pique o repolho (eu gosto de tirinhas) e transfira para um escorredor. Tempere com o sal e deixe escorrendo por pelo menos meia hora. Vale colocar o escorredor dentro de uma tigela e guardar na geladeira.
Aperte o repolho para escorrer o excesso de água. Junte com a cenoura ralada, o milho escorrido e a maçã picada como você preferir (eu gosto de tirinhas tb). Acrescente ainda cebolinha picada e misture tudo muito bem.
Normalmente não precisa temperar porque o repolho já fica salgadinho.

Pra quem tá evitando sal: é só lavar o repolho depois e deixar escorrer mais um pouco.

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Em 2015: Cheesecake de ricota
Em 2016: Pudim de milho

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Patê de cebola caramelizada – especial de natal

Patê de cebola caramelizada: receita mega simples que com uma apresentação mais caprichada vira petisco de festa em dois tempos!
petisco de pate de cebola caramelizada

Esse patê foi inspirado no patê de cebola caramelizada que vi em algum episódio do Cozinha Prática. Mas na hora de fazer usei como base a maionese de leite daqui do Cozinha mesmo. É uma receita simples de fazer, com consistência boa e que, como não leva ovo cru, pode ficar na mesa durante a festa toda, numa boa.

O sabor da cebola é muito suave e ele acaba indo bem com tudo. Então se quiser apenas usar como base e acrescentar algum ingrediente pra acompanhar nas cestinhas, praticamente qualquer coisa combina!  Momento confissão: a minha ideia era acrescentar bacon frito por cima. E eu ainda acho esse ideia maravilhosa! Mas como foi feito, esse é um prato vegetariano, o que as vezes falta em muitas ceias (de natal e de ano novo).

Quanto a base de massa folhada, é apenas uma sugestão pra mesa ficar mais bonita. Vale servir em uma travessa e com torradas do lado, ou as cestinhas vazias e vários tipos de patês pra todos os paladares…
petisco de pate de cebola caramelizada

Patê de cebola caramelizada

2 cebolas grandes
2 colheres sopa de manteiga sem sal
1 colher sopa de açúcar
1/2 xícara de leite
1 dente de alho grandão
1 colher sopa de limão
1 colher chá de sal
cerca de 3/4 xícara de óleo

Descasque e fatie as cebolas o mais fino que conseguir. Em uma frigideira aqueça a manteiga até derreter. Junte a cebola e o açúcar e misture rapidamente. Deixe as cebolas em fogo médio, mexendo de vez em quando, até que elas caramelizem. Quando elas começarem a ficar um dourado bem escuro, prove. Se o sabor estiver adocicado é porque chegou no ponto. Retire do fogo e deixe reservada até que esfrie.

No liquidificador junte o leite, o alho, o limão, o sal e as cebolas e bata até ficar homogêneo. Continue batendo e acrescente o óleo em um fio contínuo e a mágica vai acontecer: a maionese vai tomar consistência. Se estiver muito mole acrescente mais um pouco de óleo, também em fio, também com o liquidificador batendo e vai ficar mais consistente.

Se quiser, separe parte das cebolas para misturar na maionese depois de tirar do liquidificador, ou para enfeitar no final. Aqui não fiz porque existem restrições a mastigar cebola nessa casa…rs

Para fazer as cestinhas de massa folhada:

Corte quadrados de massa folhada com cerca de 6cm de lado. Coloque dois em cada forminha de empada, com as pontas desencontradas, encostando bem o centro no fundo da forminha. Não precisa untar. Fura bem o fundo de cada cestinha para não inflar muito. Leve ao forno a 200° até que dourem. Espere esfriar antes de rechear com o patê.
petisco de pate de cebola caramelizada

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Batata Hasselback no palito, ou tornado de batata

Hasselback é um tipo de corte feito em batatas assadas, que levam esse nome por conta do hotel em Estocolmo onde foram criadas. Para fazer uma batata hasselback é só fatia-la bem fino sem chegar até o fim. A batata fica inteira mas parecendo uma sanfona. Depois dá pra rechear ou apenas temperar antes de levar pro forno.

Batatas Hasselback ficam lindas e servem tanto pra dar um charme a mais pro almoço quanto como entradas. E elas só perdem pro “tornado de batata”. Essa é uma tradução bem porca pra potato tornado, a batata hasselback no palito.

batata-hasselback-cozinharoman-pt

Lembram das espirais de salsicha, ou cachorro quente no palito? O princípio é o mesmo, só que com batata. Dá pra fazer batatões, como eu fiz, e servir no almoço, ou mini batatas e servir como petisco, em palitinhos. O tempero também pode variar de acordo com o que será servido junto. O mais básico de todos? Sal, pimenta e orégano.

O que mais me ajudou foi o furador feito na hora, num momento de “filha, que isso que vc tá fazendo?”. Minutos depois ganhei ferramenta nova pro Cozinha. ^_^
Mas qualquer furador de gelo ou ferramenta similar serve pra ajudar a perfurar os batatões.
batata-hasselback-cozinharoman

Batata Hasselback no palito – original aqui

batatas com casca
palitos de churrasco
furador de gelo – opcional mas facilita muito
manteiga sem sal
sal e pimenta
temperos a vontade – usei orégano

Lave bem as batatas e retire quaisquer machucados e “olhos”.
Coloque a batata ainda crua no palito de churrasco, como um picolé. Se tiver o furador de gelo comece com ele, vai facilitar muito. e não tiver, é só ter paciência. Alguns palitos podem ficar úmidos e acabarem quebrando, é só começar de novo. Com prática acaba ficando mais fácil também.

Com uma faca bem afiada corte uma diagonal contínua por toda a batata, fazendo a espiral. Use o palito de churrasco como guia de até onde a faca deve ir. Quanto mais finas as fatias da espiral mais crocante a batata fica no final. Aí é só calibrar a largura de acordo com sua vontade.
Equilibre o palito sobre uma assadeira sem deixar a batata encostar no fundo da assadeira. As forma de bolo inglês são ótimas pra isso. Pincele com manteiga e tempere. E leve ao forno a 230° até que a batata doure e fique crocante.

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Propoleta de queijo coalho

Mais um petisco no estilo bolinho de queijo, dessa vez com queijo coalho!

Essa receita tava anotada num papelinho já faz um tempo por aqui, e eu ficava buscando uma data legal pra experimentar. Até que deixei isso pra lá e fiz num dia de semana qualquer porque a vida é muito curta pra esperar data especial e é bom começar a por isso em prática logo…rs

A ideia é uma massa cozida, tipo de coxinha, envolvendo um pedaço de queijo e frita depois. Delícia né? E fica mesmo! E é bem fácil de fazer, tanto que fiz uma batelada e congelei um bocado pra ir fritando aos pouquinhos quando desse vontade de comer.
Eu usei queijo coalho porque era o que tinha na geladeira.

(Já repararam como essa frase aparece muito por aqui? Regra de ouro da casa: bora aproveitar o que tem na geladeira)

Vale fazer com outros queijos? Vale! A textura final vai depender disso, então mussarela vai ficar mais puxa por exemplo. Aí é só pensar no resultado final que você quer e escolher o queijo de acordo. A receita original usava queijo minas meia cura, e sim, eu quero tentar com ele na próxima vez.

Falando na receita original, ela tava anotada com o nome “propoleta de queijo do cozinhadibuteco” sem origem. E não encontro em lugar nenhum, nem de onde copiei a receita, nem quem criou. Então, por favor, se alguém aí souber quem fez, quem publicou, alguma pista, comenta pra eu poder dar os créditos direitinho! 🙂

Propoleta de queijo coalho – original do Festival Comida de Buteco

25g de manteiga sem sal
1 xícara de caldo
1 xícara de leite
sal e pimenta a gosto
farinha de trigo quanto baste
queijo coalho – usei uns 2 palitos
ovo e farinha de rosca pra empanar

Em uma panela junte a manteiga, o caldo e o leite e esquente até ficar homogêneo. Desligue o fogo e vá juntando a farinha e misturando muito bem pra tirar todas as pelotas.
Acrescente farinha até a massa ficar na consistência de uma pomada, já vai ser o suficiente pra modelar as propoletas. Prove a massa e acrescente sal e pimenta conforme o seu gosto.

Deixe esfriar o suficiente para conseguir modelar sem queimar as mãos, e enquanto isso corte cubinhos do queijo. Antes de começar a modelar unte as mãos com uma gota de gordura (vale óleo, manteiga, azeite…)

Pegue uma colherada de massa e abra na palma da mão; coloque o cubinho de queijo no meio da massa e feche formando uma bolinha. Repita ad infinitum. Propoletas todas montadas é só passar no ovo batido, na farinha de rosca e fritar!
Se quiser também pode passar no ovo, na farinha e congelar pra depois.

PS: tá vendo aqueles palitinhos nas fotos? É restinho de massa que sobrou quando o queijo acabou. Só enrolei numa tira e cortei os palitinhos e depois empanei e fritei normalmente. Não tem tanto charme quanto a propoleta completa mas é bem gostoso também.

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Em 2015: Bolo de fubá

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